Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,24 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 151,92 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,39 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,88 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 146,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 124,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 136,13 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,67 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Santa Catarina

Produção de milho em SC pode crescer 2,5 milhões de t sem ampliar área plantada

Com o incremento, seria possível atender mais de 70% da demanda do Estado pelo cereal, diz a Epagri em nota.

Produção de milho em SC pode crescer 2,5 milhões de t sem ampliar área plantada

A produção anual de milho em Santa Catarina pode aumentar em 2,5 milhões de toneladas caso as lavouras do Estado atinjam 75% do potencial de produtividade, aponta o Projeto GYGAs SC, desenvolvido pela Epagri e a equipe FieldCrops, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Com o incremento, seria possível atender mais de 70% da demanda do Estado pelo cereal, diz a Epagri em nota.

A pesquisa foi desenvolvida em 176 propriedades de 42 municípios catarinenses, dentro de uma iniciativa liderada pela Universidade de Nebraska (EUA) e Universidade de Wageningen, na Holanda, que se baseia no conhecimento da ecofisiologia das culturas e dos sistemas de produção.

Considerando as lavouras das regiões oeste, meio oeste e planalto norte de Santa Catarina, que representam aproximadamente 50% da área de produção de grão do Estado, há uma diferença de 6,9 toneladas/hectare entre o potencial de produtividade e o rendimento médio das lavouras, segundo o levantamento.

A pesquisa revela que a data da semeadura para altas produtividades ocorre próximo ao dia 19 de setembro, enquanto lavouras com produtividades baixas, ou seja, inferiores a 4 t/ha, semeiam, de modo geral, 12 dias após as lavouras mais produtivas, com rendimento superior a 9,5 t/ha.

O estudo identificou ainda outros fatores que interferem nos ganhos de produtividade, como a densidade do plantio, correção adequada do solo, maior adubação com nitrogênio, rotação da cultura com soja ou feijão e maior número de pulverizações de inseticidas e fungicidas.

O pesquisador do Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar (Epagri/Cepaf) e coordenador do projeto na Epagri, Leandro Ribeiro, disse que os resultados são parciais e que a pesquisa será continuada na safra 2021/22 de milho.

Santa Catarina é responsável por 50% da exportação nacional de carne suína e por 30% da carne de frango vendida ao Exterior, lembra a Epagri. A demanda por milho no Estado é de 7 milhões de toneladas por ano, enquanto que a produção média anual é 2,8 milhões de toneladas.

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