Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Parede celular de levedura como prebiótico para frangos de corte

Os aditivos prebióticos devem servir de substrato para as bactérias intestinais benéficas que serão estimuladas a crescer e/ou tornarem-se metabolicamente ativas; possuir capacidade de alterar a microbiota intestinal de forma benéfica ao hospedeiro; e induzir efeitos benéficos sistêmicos ou no intestino do hospedeiro

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Parede celular de levedura como prebiótico para frangos de corte

A produção de frangos de corte é responsável por fornecer proteína animal a um preço acessível a grande parte da população brasileira. É importante destacar que nossa economia possui um elevado caráter agropecuário e a avicultura é um dos seus maiores destaques, pois somos o segundo maior produtor e o maior exportador de carne de frango (ABPA, 2016). Produzimos cerca de seis bilhões de frangos de corte ao ano, o que reflete no consumo de quase 50% de toda a ração produzida para animais no Brasil (ABPA, 2016; Sindirações, 2016).

É uma questão de economia nacional assegurar a qualidade dos produtos avícolas. Assim, é primordial que o manejo correto, as boas práticas de higiene e as instalações adequadas minimizem a exposição dos animais de produção aos patógenos. No entanto, o melhoramento genético e o adensamento na criação dificultam o controle de patógenos, o que justifica o uso de antimicrobianos promotores de crescimento nas rações (doses subterapêuticas de antibióticos ou quimioterápicos), modulando a microbiota intestinal e prevenindo doenças subclínicas que prejudicam o desempenho das aves (Lancini, 1994). Leia na íntegra AQUI

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