Os aditivos prebióticos devem servir de substrato para as bactérias intestinais benéficas que serão estimuladas a crescer e/ou tornarem-se metabolicamente ativas; possuir capacidade de alterar a microbiota intestinal de forma benéfica ao hospedeiro; e induzir efeitos benéficos sistêmicos ou no intestino do hospedeiro
Parede celular de levedura como prebiótico para frangos de corte

A produção de frangos de corte é responsável por fornecer proteína animal a um preço acessível a grande parte da população brasileira. É importante destacar que nossa economia possui um elevado caráter agropecuário e a avicultura é um dos seus maiores destaques, pois somos o segundo maior produtor e o maior exportador de carne de frango (ABPA, 2016). Produzimos cerca de seis bilhões de frangos de corte ao ano, o que reflete no consumo de quase 50% de toda a ração produzida para animais no Brasil (ABPA, 2016; Sindirações, 2016).
É uma questão de economia nacional assegurar a qualidade dos produtos avícolas. Assim, é primordial que o manejo correto, as boas práticas de higiene e as instalações adequadas minimizem a exposição dos animais de produção aos patógenos. No entanto, o melhoramento genético e o adensamento na criação dificultam o controle de patógenos, o que justifica o uso de antimicrobianos promotores de crescimento nas rações (doses subterapêuticas de antibióticos ou quimioterápicos), modulando a microbiota intestinal e prevenindo doenças subclínicas que prejudicam o desempenho das aves (Lancini, 1994). Leia na íntegra AQUI
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