Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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AIE

Brasil e China fazem de 2020 ano ‘crucial’ para biocombustíveis

A China estenderá para todo o país a mistura obrigatória de 10% do etanol na gasolina e o programa brasileiro RenovaBio entrará em vigência de forma completa

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Brasil e China fazem de 2020 ano ‘crucial’ para biocombustíveis

O ano de 2020 será “crucial” para as políticas de biocombustíveis ao redor do mundo, segundo relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) sobre o mercado de energias renováveis. A China estenderá para todo o país a mistura obrigatória de 10% do etanol na gasolina e o programa brasileiro RenovaBio entrará em vigência de forma completa, com metas de descabornização. Enquanto isso, na Índia, novas biorrefinarias avançadas começarão a funcionar.

“Espera-se que o RenovaBio fortaleça a economia dos biocombustíveis, acelerando os investimentos em nova capacidade e a produção em usinas existentes”, diz um trecho do relatório, cujo lançamento no Brasil ocorreu nesta segunda-feira, no Palácio do Itamaraty. “A China está atendendo sua mistura de 10% para todo o país. Até 2020, a política de biocombustíveis recentemente anunciada na Índia também resultará em aumento da produção.”

No caso da China, trata-se de uma medida de olho em maior segurança energética, mas que tem o controle da poluição do ar como incentivo adicional. Em um primeiro momento, o abastecimento se dará principalmente por meio do etanol de milho, produzido localmente.

De acordo com o estudo, a participação de fontes renováveis na demanda energética global deverá ampliar-se para 12,4% em 2023, último ano do panorama traçado pela agência. Essa taxa de crescimento é mais veloz do que no quinquênio anterior de análise (2012-2017). As energias renováveis vão atender 40% do aumento de consumo projetado para os próximos cinco anos.

A diplomacia brasileira celebrou dois trechos específicos do relatório. Em um deles, o Brasil é mencionado como o país que apresenta a matriz energética menos poluente (“greenest energy mix”), com a maior participação de renováveis entre os grandes consumidores globais de energia.

“O Brasil tem muito a mostrar para o mundo”, disse Heymi Bahar, analista da AIE e um dos principais autores do documento, em apresentação no Itamaraty. “As energias renováveis devem representar dois terços do crescimento da demanda brasileira por energia nos próximos cinco anos”, acrescentou Bahar.

O outro ponto comemorado em Brasília foi a citação da biomassa como um “gigante oculto” em meio às renováveis. A própria capa internacional do relatório tem uma foto da cana de açúcar em destaque.

A expressão coincide com esforços liderados pelo governo brasileiro na “plataforma do biofuturo”, iniciativa global que agrupa 20 países para promover biocombustíveis. Para o Itamaraty, isso ajuda na difusão do etanol e do biodiesel, bem como da biomassa para geração elétrica. Ao contrário das fontes eólica e solar, que são intermitentes, a biomassa pode ser fonte de megawatts independentemente de período do ano.

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