Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
Destaque Todas Páginas
Economia

Brasil é o 1º no ranking de custo mais alto de energia para indústria

Na Federação das Indústrias do Estado do Rio, ministro das Minas e Energia disse que crise hídrica pressionou as tarifas.

Compartilhar essa notícia
Brasil é o 1º no ranking de custo mais alto de energia para indústria

O custo médio da energia para a indústria brasileira subiu para R$ 534,28 por MWh e o país passou a ocupar a primeira posição em ranking internacional que contempla 28 países, superando a Índia e a Itália, que ocupavam as duas primeiras posições. 

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, dia 27, pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), no seminário ‘O setor produtivo e a energia: questões e soluções da indústria em tempo de crise energética’. O evento reuniu as principais autoridades ligadas ao tema no país. 
 
Na abertura, o vice-presidente do Sistema FIRJAN Carlos Mariani destacou que “somente nos três primeiros meses do ano, o preço da energia já subiu 48%, onerando enormemente a produção. E ainda estamos em março, os reajustes das distribuidoras mal começaram – quase 60 ainda irão reajustar suas tarifas até dezembro”. O empresário salientou que a qualidade no fornecimento um fator chave de competitividade para a indústria. “Qualquer interrupção, por menor que seja, aumenta o custo industrial. E quem paga é o País. A indústria no século XXI não pode mais conviver com a qualidade de energia do século passado”, concluiu. 
 
Márcio Veiga, da PSR Consultoria, estimou que o preço da energia para a indústria só começará a cair em 2017, 2018. Perguntado sobre a possibilidade de o país enfrentar um racionamento de energia este ano, o diretor geral do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) respondeu: “Racionamento? De jeito nenhum”.

Custo do gás sobe 21,7%
Em almoço com empresários e especialistas do setor energético, Eduardo Braga, ministro das Minas e Energia admitiu que o desafio “é grande” e falou de investimentos em energia solar: “Tivemos três anos de grave crise hídrica, que pressionou o custo de nossa tarifa. Precisamos criar mecanismos tecnológicos para que possamos ter um amortecedor de risco energético. Vamos fazer o primeiro teste piloto de energia solar através de flutuadores em reservatórios e usando a capacidade ociosa nas linhas de transmissão”. O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, também participou do encontro. 

O evento também debateu a questão da demanda e oferta de gás natural para a indústria. Estudo da FIRJAN divulgado no evento mostrou que o custo do gás para a indústria subiu 21,7% nos últimos quatro anos. Para mais informações, acesse o site criado pela FIRJAN www.quantocustaogasnatural.com.br.

Para mais informações sobre o ranking do custo de energia para indústria, acesse www.quantocustaaenergia.com.br.

Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329