Instituição afirma que não houve desistências de nenhum projeto já em andamento
Setor teme crise e pede socorro ao BNDES
Redação (16/02/2009)- Se nos últimos anos o setor sucroalcooleiro procurou o BNDES em busca de financiamentos para expandir sua capacidade produtiva, agora as visitas dos usineiros ao banco têm outro motivo: a consolidação do setor ou a participação acionária do banco.
Segundo o setor, as usinas passam por problemas de liquidez agravados pela crise financeira mundial. O chefe do Departamento de Biocombustíveis do BNDES, Carlos Eduardo de Siqueira Cavalcanti. disse que os usineiros revelam o atual cenário que o setor atravessa. Cavalcanti afirma que desde o agravamento da crise, em meados de setembro, as cartas de intenção dos usineiros para novos investimentos praticamente sumiram.
No entanto, o BNDES disse que não houve desistências de nenhum projeto já em andamento. “Os projetos em andamento foram feitos tendo em vista um cenário de longo prazo, que é positivo. Quem estava em vias de pedir um financiamento, postergou estes investimentos.”
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A expectativa é que o volume de recursos desembolsado pelo BNDES para o setor sucroalcooleiro fique estável em 2009 e repita o registrado em 2008, de R$ 6,5 bilhões.
Empréstimo
Mais recursos. O setor recebeu R$ 605 milhões em 2004 do BNDES e saltou para R$ 6,5 bilhões
em 2008, 47,4% para expansão das usinas produtores de álcool.























