Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Alimentos ficam mais caros

Na terceira semana de março, o IPC-S atingiu 0,46%, sendo o grupo dos alimentos o que mais pressionou a taxa.

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Redação (23/03/2009)- O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), atingiu 0,46%, na terceira semana de março. O resultado é 0,09 ponto percentual superior ao da pesquisa anterior (0,37%). Dos sete grupos pesquisados, quatro aceleraram, sendo o de alimentos o que mais pressionou a taxa, com um avanço de 0,73%, ante 0,37%.

Os produtos alimentícios que mais subiram foram frutas (de 1,83% para 3,72%), hortaliças e legumes (de 2,42% para 4,13%) e pescados frescos (de 1,55% para 2,65%). No período, o grupo vestuário foi o único a apresentar variação negativa (-0,05), mas já em processo de recuperação de preços, uma vez que, na pesquisa anterior havia registrado deflação de 20%. De acordo com a análise técnica do Ibre/FGV, o motivo para essa aceleração foi o reajuste médio dos calçados, que ficaram 0,64% mais caros, ante uma taxa anterior de 0,12%.

Em despesas diversas ocorreu alta de 0,37%, ante 0,16%. A principal causa foi o aumento de preços do cigarro em 0,41%. Na pesquisa anterior, encerrada em 15 de março, a cotação do produto no mercado estava estável.

O outro grupo que teve aceleração foi habitação, passando de 0,33% para 0,36%. Nesse caso, a alta foi puxada pelo aumento verificado em serviços de reparos, que ficaram 0,67% mais caros, ante 0,50%.

Os três grupos que registraram desaceleração foram transportes, com 0,36% ante 0,58%; educação, com 0,14% ante 0,30%; e saúde e cuidados pessoais, com 0,61% ante 0,65%.

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