Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Alimentos ficam mais caros

Na terceira semana de março, o IPC-S atingiu 0,46%, sendo o grupo dos alimentos o que mais pressionou a taxa.

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Redação (23/03/2009)- O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), atingiu 0,46%, na terceira semana de março. O resultado é 0,09 ponto percentual superior ao da pesquisa anterior (0,37%). Dos sete grupos pesquisados, quatro aceleraram, sendo o de alimentos o que mais pressionou a taxa, com um avanço de 0,73%, ante 0,37%.

Os produtos alimentícios que mais subiram foram frutas (de 1,83% para 3,72%), hortaliças e legumes (de 2,42% para 4,13%) e pescados frescos (de 1,55% para 2,65%). No período, o grupo vestuário foi o único a apresentar variação negativa (-0,05), mas já em processo de recuperação de preços, uma vez que, na pesquisa anterior havia registrado deflação de 20%. De acordo com a análise técnica do Ibre/FGV, o motivo para essa aceleração foi o reajuste médio dos calçados, que ficaram 0,64% mais caros, ante uma taxa anterior de 0,12%.

Em despesas diversas ocorreu alta de 0,37%, ante 0,16%. A principal causa foi o aumento de preços do cigarro em 0,41%. Na pesquisa anterior, encerrada em 15 de março, a cotação do produto no mercado estava estável.

O outro grupo que teve aceleração foi habitação, passando de 0,33% para 0,36%. Nesse caso, a alta foi puxada pelo aumento verificado em serviços de reparos, que ficaram 0,67% mais caros, ante 0,50%.

Os três grupos que registraram desaceleração foram transportes, com 0,36% ante 0,58%; educação, com 0,14% ante 0,30%; e saúde e cuidados pessoais, com 0,61% ante 0,65%.

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