Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,60 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 152,45 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,60 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,50 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,68 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 138,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 140,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 153,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 155,57 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 143,13 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,06 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,08 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,21 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.476,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 138,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,69 / cx
Mercado Interno

Demanda cresce e valoriza carne suína

Valorização do produto tornou-se evidente na última semana de agosto, quando cotações subiram 5% em SC. Outro motivo é a participação de processadoras de carne independentes.

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Os preços dos suínos estão em alta no mercado interno. A valorização do produto tornou-se evidente na última semana de agosto, quando as cotações subiram cerca de 5% em Chapecó (SC). No mês passado, os negócios com suínos registraram um ganho de 18,8%, com o preço do quilo vivo, posto no frigorífico, encerrando a R$ 1,925. Segundo analistas, a recente valorização é justificada pela pequena oferta de animais prontos para abate.

Outro motivo que justifica a firmeza do mercado é a maior participação das indústrias processadoras no segmento de produção independente. Estima-se que as empresas estejam aumentando as compras para atender à demanda, geralmente maior nos últimos meses do ano. Analistas avaliam que as empresas não querem correr risco de desabastecimento, diante da proposta dos produtores da Região Sul de reduzir o número de matrizes em produção.

No fim de julho, produtores de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul decidiram reduzir em 20% o número de matrizes, o que provocaria queda na oferta de animais e alta no preço pago ao produtor. “Os leitões que essas fêmeas deixarão de produzir estariam prontos para abate entre novembro e dezembro”, afirma um consultor. Ele ressalta, no entanto, que é preciso acompanhar o movimento dos produtores, para confirmar se realmente haverá redução de matrizes em produção.

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