Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 64,62 / kg
Soja - Indicador PRR$ 133,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 140,86 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,55 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,23 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,84 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,86 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,95 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 135,26 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 136,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 145,63 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 150,31 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 128,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 140,54 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.393,52 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.315,29 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 146,98 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 136,06 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 140,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 152,89 / cx
Destaque Todas Páginas
Nutrição Animal

Fábrica de nutrientes

Indústria avalia a construção de uma fábrica de nutrientes para ração. Objetivo é reduzir importações e dependência externa.

Compartilhar essa notícia
Fábrica de nutrientes

As empresas ligadas ao segmento de nutrição animal estudam alternativas para reduzir a dependência de nutrientes importados, especialmente da China, para a composição dos produtos utilizados na alimentação de aves, bovinos e suínos no Brasil. Entre as possibilidades que mais amadureceram nos últimos meses está a construção de uma indústria de química fina, que poderia substituir as importações desse tipo de produto – que somam US$ 1 bilhão por ano.

O projeto está sendo desenhado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), que já constatou o interesse de pelo menos dez associados dispostos a investir em uma nova fábrica. Sem revelar quais são as empresas envolvidas, o vice-presidente do Sindirações, Ariovaldo Zanni, informa apenas que são multinacionais que já atuam no segmento de nutrição humana e animal no Brasil, mas que dependem de componentes importados para formulação de seus produtos.

“Por enquanto, estamos na fase de estudo de viabilidade. Já passamos dados de mercado para o governo, que nos pediu para avaliar os pontos fracos e fortes, além das ameaças e oportunidades que uma indústria dessa poderia trazer para o mercado”, afirma Zanni.

As negociações com o governo envolvem três ministérios – Fazenda, Agricultura e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Essa aproximação com o governo não é por acaso. Mesmo com o interesse, o setor privado cobra uma contrapartida que passa por vantagens fiscais e tributárias, bem como financiamentos públicos, vindos principalmente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Ao que tudo indica, o Brasil já tem uma certa estrutura que permite a instalação de uma indústrias de química fina no país. A principal delas é a própria Petrobras, que produz a matéria-prima necessária para abastecer a indústria, a partir da síntese do petróleo. “A Renai [Rede Nacional de Informação sobre o Investimento] está acompanhando de perto todo o processo e já analisando de onde poderiam vir os incentivos”, diz Zanni.

Esses produtos importados são aditivos, misturados às rações formuladas para alimentação animal. Entre os principais estão algumas vitaminas e aminoácidos, que são utilizados para melhorar o desempenho produtivo dos animais e considerados estratégicos pela indústria. “Até 2050 a demanda por carnes vai crescer 70% sobre o que se produz hoje. Não há como praticamente dobrar a produção sem o uso desse tipo de tecnologia para atender aos critérios sustentáveis de produção”, afirma Zanni.

Além de reduzir as importações do setor, a produção desses nutrientes no Brasil reduziria a dependência nacional dos fornecedores estrangeiros. O executivo do Sindirações lembra que no período dos jogos olímpicos de Pequim, os fornecedores chineses – que respondem por 30% do abastecimento brasileiro – simplesmente deixaram de exportar por aproximadamente seis meses, para reduzir o volume de emissões e contribuir para o controle da poluição.

“Os nutrientes são para a pecuária o que os fertilizantes são para a agricultura. Não podemos correr o risco de ficar desabastecidos”, afirma Zanni.

Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 64,62
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 133,31
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 140,86
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,55
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,23
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,84
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,86
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,95
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,00
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 135,26
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 136,10
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 145,63
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 150,31
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 128,37
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 140,54
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,27
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,29
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.393,52
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.315,29
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 146,98
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 136,06
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 140,92
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 152,89
    cx

Relacionados

AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343
SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342