Após queda nas compras de carne suína proveniente dos Estados Unidos, por causa da gripe A (H1N1), o México retoma suas importações com força total.
EUA exporta mais suínos para o México
Em maio de 2009, a indústria de carne suína dos Estados Unidos tinha apenas começado a lidar com as repercussões da gripe A (H1N1) no comércio mundial. Uma das grandes preocupações dos norte-americanos foi o México, onde a falta de informação sobre a doença era generalizada, colocando a demanda dos consumidores por carne suína em sério risco.
A setor suinícola dos EUA fez um trabalho maciço com o comércio e com os funcionários ligados à saúde pública no México. O objetivo foi “educar” os consumidores sobre o H1N1 para resolver quaisquer preocupações infundadas que associavam a doença com o consumo de carne de porco. Como resultado destes esforços, o declínio na demanda por carne suína dos EUA no mercado mexicano foi temporário.
Agora, as exportações de carne suína para o México registram recordes. Somente em 2010, os embarques norte-americanos subiram 7% em volume (para 147,096 quilos) e 26% em valor (para US$ 258 milhões) no primeiro trimestre do ano.
O crescimento das exportações de músculo (matéria prima do presunto) foi ainda mais impressionante – até 24% em volume (para mais de 100,334 quilos ) e 45% (US$ 195 milhões) em relação à 2009.
Leia também no Agrimídia:
- •Reino Unido revisa estratégia contra peste suína africana e amplia medidas de controle e vigilância
- •Uso de machos jovens em centrais de sêmen ganha destaque em debate técnico da suinocultura
- •Crise de preços na China e menor oferta nos EUA redesenham cenário da suinocultura global
- •Embrapa aponta queda nos custos da suinocultura e da avicultura de corte em abril
O Brasil ainda está negociando a entrada da carne suína nacional no México, ainda sem estimativas para iniciar os embarques. Com informações do site internacional Pig Progress.























