Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Economia

Suinocultor gaúcho recupera rentabilidade

Produtor está começando a tirar as contas do vermelho após os primeiros seis meses do ano, indica a Emater. Comercialização de suínos registrou alta de 7% no Rio Grande do Sul.

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O suinocultor gaúcho está começando a tirar as contas do vermelho após os primeiros seis meses do ano terem registrado alta superior a 7% na comercialização dos animais à indústria. De acordo com dados da Emater, o preço do quilo vivo do suíno subiu de R$ 1,96 para R$ 2,11 de janeiro a julho. O presidente da Acsurs, Valdecir Folador, afirma que o valor pago pelo suíno, hoje, ao produtor independente está entre 2,18 kg/vv e R$ 2,25 kg/vv, o que significa aumento de R$ 0,13 a R$ 0,15 em relação aos três primeiros meses do ano. “Apesar desta margem ser muito apertada e não nos dar condições de cobrir o prejuízo que tivemos por 14 meses, já nos serve de consolo”, salienta.

O diretor-executivo do Sips, Rogério Kerber, explica que a remuneração melhorou devido ao aumento da demanda no mercado interno. “Esta é uma época em que aquece a venda de algumas linhas de defumados e salgados”, justifica. Ele ainda afirma que o custo de produção caiu, embora prefira não revelar o quanto. A queda do dólar, que beneficiou a compra do milho e do farelo de soja, aliada à manutenção do mercado, segundo o executivo, garantiram a rentabilidade do setor. Ele destaca que as oscilações no preço do milho nos últimos meses não chegaram a ter grande impacto, pois as compras de insumos para os cooperados são feitas em grandes quantidades e não diariamente.

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