Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

Suinocultor gaúcho recupera rentabilidade

Produtor está começando a tirar as contas do vermelho após os primeiros seis meses do ano, indica a Emater. Comercialização de suínos registrou alta de 7% no Rio Grande do Sul.

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O suinocultor gaúcho está começando a tirar as contas do vermelho após os primeiros seis meses do ano terem registrado alta superior a 7% na comercialização dos animais à indústria. De acordo com dados da Emater, o preço do quilo vivo do suíno subiu de R$ 1,96 para R$ 2,11 de janeiro a julho. O presidente da Acsurs, Valdecir Folador, afirma que o valor pago pelo suíno, hoje, ao produtor independente está entre 2,18 kg/vv e R$ 2,25 kg/vv, o que significa aumento de R$ 0,13 a R$ 0,15 em relação aos três primeiros meses do ano. “Apesar desta margem ser muito apertada e não nos dar condições de cobrir o prejuízo que tivemos por 14 meses, já nos serve de consolo”, salienta.

O diretor-executivo do Sips, Rogério Kerber, explica que a remuneração melhorou devido ao aumento da demanda no mercado interno. “Esta é uma época em que aquece a venda de algumas linhas de defumados e salgados”, justifica. Ele ainda afirma que o custo de produção caiu, embora prefira não revelar o quanto. A queda do dólar, que beneficiou a compra do milho e do farelo de soja, aliada à manutenção do mercado, segundo o executivo, garantiram a rentabilidade do setor. Ele destaca que as oscilações no preço do milho nos últimos meses não chegaram a ter grande impacto, pois as compras de insumos para os cooperados são feitas em grandes quantidades e não diariamente.

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