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Tributos

Técnicos avaliam impacto de redução tributária

Fiscal da Receita Estadual recebe Projeto do INCS para redução de impostos aos suinocultores de SC para avaliação.

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Técnicos avaliam impacto de redução tributária

O presidente do Instituto Nacional da Carne Suína (INCS), Wolmir de Souza, esteve na sede da Receita Estadual em Chapecó nesta semana, acompanhado do contador, Jaime Bonatto, para entregar o Projeto Tributário em suínos, ao Auditor Fiscal da Receita Estadual, Ingon Rodrigues.

De acordo com o auditor, a busca por redução de tributos é corriqueira, e o INCS faz o que é de dever que é melhorar a atividade buscando melhores ganhos aos suinocultores e pequenas e médias agroindústrias. “Meu trabalho é fazer um estudo técnico do impacto econômico que esta redução pode trazer ao estado”, diz.

O contador Jaime Bonatto, disse que abraçou esta causa junto ao presidente do INCS, por entender que com a redução da carga tributária, o estado não vai perder em arrecadação, pois haverá compensação no volume de vendas. “Com os encargos menores, o produto deverá ser vendido por um preço mais baixo e como conseqüência haverá aumento no consumo”, diz.

Bonatto acredita que conseguiram convencer o auditor com provas, de que com a aprovação do projeto, as agroindústrias da região poderão melhorar as estruturas, a geração de emprego e renda também para o suinocultor. “Outra luta nossa é para incluir a linguiçinha na cesta básica, porque é um produto popular e não pode ter 17% de imposto”, diz. O contador lembra ainda que está sendo buscada também a isenção do ICMS para o suíno vivo para que os animais fiquem no estado, dando uma maior renda ao produtor. Ingon Rodrigues também é coordenador estadual do Grupo Gesagro (Grupo Responsável Tributações e Arrecadações da Agropecuária no Estado).
 
Objetivos do projeto
Entre os objetivos do projeto, está o fortalecimento através de Incentivos fiscais, tributários e organizacionais a permanência dessa cadeia de forma que, se valorize e incentive a agregação de valor, ampliando as oportunidades e renda a toda a cadeia, a continuidade e fortalecimento deste setor,diminuição da fragilidade que o individualismo proporciona, gerando renda e legitimando a cadeia que ainda é vista como clandestina.

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