Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,23 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 159,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,31 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,57 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 151,91 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,11 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,41 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.349,04 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,81 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,09 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 150,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,72 / cx
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Economia

China vai oferecer empréstimos em yuans aos Brics

Medida, que deve ser assinada em março, é mais um passo rumo à internacionalização de moeda chinesa.

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China vai oferecer empréstimos em yuans aos Brics

A China pretende oferecer empréstimos em yuans a outros importantes países do Brics, em mais um passo rumo à internacionalização de sua moeda.

O Banco de Desenvolvimento da China (BDC) vai assinar um memorando de entendimento em Nova Déli, numa reunião com suas contrapartes brasileira, russa, indiana e sul-africana, em 29 de março, segundo pessoas familiarizadas com as discussões.

Nos termos do acordo com o BDC, que concede empréstimos principalmente em dólares a outros países, os chineses colocaram à disposição empréstimos em yuans, ao passo que as agências de desenvolvimento de outros países dos Brics oferecerão empréstimos em suas respectivas moedas.

A iniciativa visa impulsionar o comércio entre os cinco países e, ao mesmo tempo, promover o uso do yuan, em vez do dólar americano, no comércio e em empréstimos internacionais.

Menos de 13% do comércio chinês na Ásia é feito em yuans, segundo Helen Qiao, economista-chefe do Morgan Stanley para Ásia. O HSBC estima que a participação da moeda no comércio regional pode chegar a 50% até 2015.

O BNDES – banco de desenvolvimento brasileiro, que tem uma carteira de crédito em torno de quatro vezes o tamanho da do Banco Mundial – e o Ministério das Finanças da África do Sul disseram esperar que um acordo básico seja assinado em Nova Déli incluindo a promessa de empréstimos, sendo os detalhes finalizados durante o encontro de cúpula.

“Vamos discutir a criação de estruturas e mecanismos para a concessão de empréstimos em moedas locais, para maximizar as transações econômicas e financeiras entre os países-membros do acordo”, disse o BNDES.

O BCD não quis comentar. Outros signatários incluem o Vnesheconombank, da Rússia, o Export-Import Bank of India e o Banco de Desenvolvimento da África do Sul.

Em comunicado divulgado após uma reunião na China em abril passado, os cinco países defenderam um sistema mais amplo de moedas internacionais. Embora o dólar tenha valorizado recentemente, muitos governos acreditam que a moeda americana sofrerá uma desvalorização no longo prazo e querem alternativas – excluído o problemático euro – para operar e investir.

O BDC, que empresta dezenas de bilhões de dólares a governos e empresas estrangeiras, está particularmente preocupado com a sua exposição a moedas estrangeiras.

Nenhum banco chinês concede mais empréstimos do que o BDC nem tem uma grande presença mundial por meio de seu financiamento a grandes projetos internacionais. O BDC concedeu um empréstimo de US$ 30 bilhões à Petróleos de Venezuela (PDVSA), do qual metade será paga em petróleo.

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