Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Um ano marcado pelas angústias – Por Losivanio Luiz de Lorenzi

Estamos encerrando mais um ano e normal é fazermos uma avaliação deste que se vai para ver o que restou de bom ao lembrarmo-nos dele.

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Um ano marcado pelas angústias – Por Losivanio Luiz de Lorenzi

Estamos encerrando mais um ano e normal é fazermos uma avaliação deste que se vai para ver o que restou de bom ao lembrarmo-nos dele.  Um ano de extrema dificuldade nesta importante atividade de grande relevância para o Estado e o País. Um ano marcado pela angústia de uma crise jamais vista neste setor. Se fosse somente a crise não seria o problema, mas foi uma crise anunciada por nós que teria grandes proporções se não fosse tratada a tempo, com políticas para o setor, mas infelizmente não fomos atendidos. Desde fevereiro levamos alternativas para o Governo do Estado para evitar a falência de muitos produtores, solicitando a isenção de ICMS, o qual não aconteceu naquele momento, represando animais no Estado e consequentemente baixando o preço. Em março nosso pedido ao Ministério da Agricultura e Conab para que fossem feitos PEP ou VEP de milho para o Estado, mas apesar de tantas idas a ambos para tratar deste assunto, não tivemos êxito e sim, apenas promessas vazias de quem nada entende do agronegócio carnes. Tantos artigos escritos prevendo o que aconteceria se não mudassem a política para o setor que vieram a se confirmar pela inércia do nosso Governo Federal.  Um ano marcado por grandes manifestos que chamaram a atenção da crise no setor.
 
Dois fatos de relevância no Estado foram: o Decreto de Emergência devido à grave crise da suinocultura, onde mais de 100 municípios fizeram, sendo que em algumas regiões o mesmo foi realizado coletivamente. Em junho, na maior feira do Estado, a Feagro em Braço do Norte, colocamos nos locais para expor os suínos, cruzes, simbolizando a morte dos produtores, um manifesto que atingiu os objetivos, pois o vídeo feito nesta feira foi comentado pela Senadora gaúcha Ana Amélia Lemos no Senado Federal. A partir deste momento se desencadeou uma grande mobilização a nível nacional para outro que seria um marco para a suinocultura, o manifesto em Brasília, onde todas as Associações participaram mostrando o descontentamento para com o setor político, pela falta das ações propostas pelo setor. Apesar deste grande manifesto, os resultados foram muito pequenos, pois não houve nada emergencial para a atividade. Outro fato importante foi a campanha “PREÇO JU$TO PARA PRODUZIR”, iniciada em março na AVESUI em SP pela APCS, onde a ACCS está até hoje na busca deste ideal.
 
Foi um ano marcado por grandes trabalhos, muito empenho da nossa parte, embora na prática, para o produtor não mudou muito a realidade. O que nos conforta é que todas as ações foram bem pensadas, analisadas e que fariam a diferença se aplicadas, o que não ocorreu, mas a ACCS esteve sempre presente junto ao Governo do Estado e Federal, junto às agroindústrias e produtores, desempenhando o papel que cabe a esta Entidade que, apesar de todas estas dificuldades não mediu esforços na busca de soluções para o setor e isso é o lado bom, apesar desta interminável crise. Esperamos que o próximo ano seja realmente o tão esperado, com mercados como a China, Japão, Estados Unidos e tantos outros possam estar comprando a Carne Suina Catarinense pelo diferencial sanitário que temos, valorizando todos os investimento feitos até agora por todos, Governo, Indústrias e Produtores. Um Feliz Natal com muita Paz, Saúde e Prosperidade e que 2013 seja mesmo o ano sonhado por todos….

Por Losivanio Luiz de Lorenzi, presidente ACCS – presidente@accs.org.br

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