Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Economia

China lidera as aquisições de empresas brasileiras

Negócios chineses são poucos, de alto valor e visam commodities.

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China lidera as aquisições de empresas brasileiras

A China foi o país que mais investiu recursos em fusões e aquisições no Brasil entre 2009 e 2012.

Negócios chineses são poucos, de alto valor e visam commodities

Empresas do país asiático foram responsáveis por 16,1% –equivalente a US$ 21,5 bilhões– do total dessas transações nesse período, um pouco à frente dos Estados Unidos (15,6%).

A conclusão é de uma pesquisa do banco Credit Suisse que mapeou 677 operações de fusões e aquisições caracterizadas como IED (investimento estrangeiro direto) entre 2005 e 2012.

As transações analisadas pelo banco somaram US$ 188,3 bilhões, mais da metade (56%) de todo o IED recebido como participação no capital de empresas pelo Brasil nesse período. Existe outra categoria de IED, classificada como empréstimos entre empresas.

Entre 2005 e 2008, a presença da China nas operações de fusões e aquisições no Brasil tinha sido marginal (apenas 0,1% do total).

“Esse salto da participação chinesa ajuda a explicar o forte desempenho do investimento estrangeiro direto no país nos últimos anos”, diz Nilson Teixeira, economista-chefe do Credit Suisse.

PESO DA CHINA

Dados oficiais divulgados pelo Banco Central não permitem identificar o peso da China nos investimentos realizados no Brasil porque contabilizam os fluxos de IED com base no país de onde os recursos são remetidos.

Isso faz com que paraísos fiscais e grandes centros financeiros escondam muitas vezes a nação de origem dos investimentos.

Segundo dados do BC, a China respondeu por apenas 0,6% do IED recebido pelo Brasil entre 2009 e 2012.

“Esse estudo cobre em parte uma lacuna importante dos dados oficiais. Com base em informações anedóticas, já havia uma impressão de que a China havia se tornado uma fonte importante de IED”, afirma o economista Luis Afonso Lima, presidente da Sobeet (Sociedade Brasileira de Estudos e Empresas Transacionais).

SALTO EM RANKING

O Credit Suisse estima que os US$ 65,3 bilhões de IED que o Brasil recebeu em 2012 representaram 5% do total investido por empresas multinacionais globalmente, a fatia mais alta registrada em três décadas.

Embora o fluxo de investimentos estrangeiros diretos para o Brasil tenha recuado 2,1% no ano passado, a queda foi inferior às estimativas para outros países emergentes como China (-3,7%), Rússia (-16,6%) e Índia (-13,6%) e para o IED global (-18,3%).

Esse movimento contribuiu para que o Brasil saltasse do quinto para o quarto lugar no ranking de nações que mais receberam IED, segundo estimativa do Credit Suisse, entre 2011 e 2012.

O país, atualmente, só perde para EUA, China e Hong Kong. Em 2009, o Brasil ocupava a 14ª posição.

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