O governo estadual dá sequência aos planos de obter o reconhecimento internacional como área livre da febre aftosa sem vacinação, mirando principalmente os mercados externos.
Área livre de febre aftosa será diferencial para o Paraná
Com 7,7 mil toneladas exportadas no primeiro semestre de 2015, o Paraná registra participação tímida nos embarques nacionais (1,2%). Ainda assim o governo estadual dá sequência aos planos de obter o reconhecimento internacional como área livre da febre aftosa sem vacinação, mirando principalmente os mercados externos.
“Pode não representar muito em volume, mas em valor podemos conseguir uma diferença significativa nas exportações. A intenção é estarmos prontos caso novos mercados sejam abertos”, argumenta o presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Inácio Kroetz.
Ele explica que os trabalhos para receber o reconhecimento continuam, enquanto o setor busca consenso sobre a questão. Nesta semana um grupo de entidades ligadas ao setor vai se reunir em Maringá (Norte) para discutir a viabilidade da suspensão da vacinação.
Leia também no Agrimídia:
- •Produtividade sustentou o agro por 25 anos, mas crédito caro deixou o setor exposto após a pandemia, aponta Cepea
- •ABCS e ABEGS apresentam pautas sanitárias da suinocultura ao novo diretor do departamento de Saúde Animal
- •Paraná deve colher 22,75 milhões de toneladas de soja em 2026/27, estima Deral
- •Colômbia abre mercado para petiscos para pets feitos com subprodutos suínos do Brasil






















