O governo estadual dá sequência aos planos de obter o reconhecimento internacional como área livre da febre aftosa sem vacinação, mirando principalmente os mercados externos.
Área livre de febre aftosa será diferencial para o Paraná
Com 7,7 mil toneladas exportadas no primeiro semestre de 2015, o Paraná registra participação tímida nos embarques nacionais (1,2%). Ainda assim o governo estadual dá sequência aos planos de obter o reconhecimento internacional como área livre da febre aftosa sem vacinação, mirando principalmente os mercados externos.
“Pode não representar muito em volume, mas em valor podemos conseguir uma diferença significativa nas exportações. A intenção é estarmos prontos caso novos mercados sejam abertos”, argumenta o presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Inácio Kroetz.
Ele explica que os trabalhos para receber o reconhecimento continuam, enquanto o setor busca consenso sobre a questão. Nesta semana um grupo de entidades ligadas ao setor vai se reunir em Maringá (Norte) para discutir a viabilidade da suspensão da vacinação.
Leia também no Agrimídia:
- •Sustentabilidade na Suinocultura: setor britânico reduz emissões e define agenda ambiental até 2030
- •Inspeção no descarregamento pode elevar padrões em frigoríficos, aponta estudo sobre bem-estar animal na suinocultura europeia
- •Dispositivo de estímulo fisiológico no parto de matrizes suínas avança com apoio à inovação no Paraná
- •Sanidade: disciplina diária na granja reduz riscos silenciosos e sustenta produtividade na Suinocultura Industrial de Fevereiro





















