Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Economia

A padronização dos cortes da carne suína garante ao produtor destaque no mercado

Durante a palestra realizada pela APCS, a zootecnista Luciana Lacerda apontou que padronizar os cortes, além de ser um facilitador para das vendas, reflete em lucro para o produtor.

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A padronização dos cortes da carne suína garante ao produtor destaque no mercado

Em busca de agregar mais qualidade ao corte suinícula, produtores se reuniram em Campinas (SP), na última segunda-feira (13), para debaterem sobre “A importância da padronização dos cortes, como controle de qualidade da carne suína pela ótica do varejo”. A palestra, realizada pela Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS), com apoio da Alltech e Nutricamp, foi ministrada pela zootecnista Luciana Lacerda.

Luciana, pesquisadora no setor, enfatizou que a mudança no conceito do mercado precisa ser notada pelo produtor. “O mercado do varejo mudou seu conceito, eles preferem os cortes pela facilidade que ele tem, principalmente, na exposição. O ideal é que os cortes sejam um facilitador. A suinocultura esta um pouco atrasada na parte de embalagens, comparada a outras categorias que já tem, por exemplo, a embalagem a vácuo e outros diversos tipos de bandejados que facilitam esse autosserviço. Já na suinocultura não tem tantos”, elucidou.

Para a zootecnista, diante de outras categorias a suinocultura ainda é carente nesse aspecto. “Do mais, depende do próprio produtor entender que esses investimentos vão refletir na margem de lucro dele. O produtor precisa entender que, com isso, ele vai vender mais, fazer parcerias e garantir fidelização”, aponta. 

Presente no encontro, o presidente da APCS, Valdomiro Ferreira Júnior, ressaltou que a escolha busca incentivar o produtor a ter uma visão ampla sobre o mercado. “É um tema de extrema importância porque sai um pouco do dia a dia das granjas. É necessário para quem produz saber o que o consumidor pensa do nosso produto, além das porteiras. Principalmente, na evolução dos cortes as opções que temos para oferecer ao consumidor que é nosso objetivo. A ideia é provocar um tema que foge do dia a dia da granja e despertar em quem produz a necessidade de olhar para fora da porteira”.

Ferreira ressaltou ainda que a palestra se adequa aos novos padrões de mercado. “É uma das bandeiras da Associação Paulista dos Criadores de Suínos mudarmos as formas de comercialização. Não comercializar mais os suínos vivos, mas sim abatidos para que o mercado possa valorizar quem tem a qualidade de carne melhor”, esclareceu.

Confira o evento aqui.

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