Nesta reportagem especial da edição da Suinocultura Industrial, a ABCS reúne produtores e representantes do Mapa para discutir soluções para o cenário de preços e abastecimento de milho
Vai faltar milho. E agora?

O ritmo acelerado das exportações brasileiras de milho tem deixado os suinocultores apreensivos. O volume e a velocidade com que o cereal tem saído do País, aliados aos estoques enxutos, têm assustado os produtores e colocado o setor em estado de alerta. Somente nos três primeiros meses do ano os embarques já ultrapassam as 13 milhões toneladas. A sensação é de que vai faltar milho no mercado.
Mas como tudo que está ruim pode sempre piorar, no atual cenário, o preço do insumo tornou-se um problema secundário. O foco dos produtores volta-se agora à disponibilidade. Com as exportações aquecidas e uma primeira safra insuficiente para atender a demanda do setor, os produtores de algumas regiões já encontram dificuldades para encontrar o insumo. Haverá milho suficiente para produzir suínos e aves no Brasil? Os suinocultores temem que não.
O desassossego dos produtores tem propósito. Nesta reportagem especial da edição da Suinocultura Industrial, a ABCS reúne produtores e representantes do Ministério da Agricultura para discutir soluções para o cenário de preços e abastecimento de milho. Aumento da oferta e do limite para compra do milho balcão e desoneração das importações são alguns dos caminhos apontados para aliviar situação dos suinocultores.
Leia também no Agrimídia:
- •Embrapa aponta queda nos custos da suinocultura e da avicultura de corte em abril
- •Resíduos da suinocultura viram fertilizante e ajudam a sustentar a produtividade da soja
- •Diferença de quase 90% no preço do suíno vivo entre México (97,74¢/lb) e Brasil (51,72¢/lb) expõe desequilíbrio na suinocultura
- •Embargo europeu pressiona ajuste sanitário na pecuária brasileira
























