Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,90 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,23 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,46 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,92 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,03 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,53 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,61 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,63 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,64 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.461,42 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,39 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,87 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Produção

Exportações de SC crescem 16%, mas não retomam nível pré-crise

Os embarques catarinenses ao exterior alcançaram U$S 4,175 bilhões no primeiro semestre deste ano, incremento de 16%

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Exportações de SC crescem 16%, mas não retomam nível pré-crise

Os embarques catarinenses ao exterior alcançaram U$S 4,175 bilhões no primeiro semestre deste ano, incremento de 16% em relação ao mesmo período de 2016, conforme dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). São números a serem celebrados já que o Estado sofria quedas há dois anos, mas ainda estão abaixo do nível pré-recessão. Entre janeiro e junho de 2014 o valor atingiu U$S 4,486 bilhões. 

“Isso é resultado do trabalho do empresariado para abrir novos mercados e reconquistar outros,  com participação em feiras e missões. Já prevíamos que isso iria acontecer, a pesquisa da Fiesc já mostrava isso”, diz a presidente da Câmara de Comércio Exterior da Fiesc, Maria Teresa Bustamante.

O maior avanço em valor vendido ao exterior no paralelo com 2016 foi o da carne suína – terceiro produto mais importante da pauta catarinense – que registrou aumento de 44%, impulsionado em parte pelas compras chinesas.

“Houve um trabalho forte feito nesse sentido, com visitas à China, e há mais plantas frigoríficas exportando”, diz Ricardo de Gouvêa, diretor executivo do Sindicarne.

Com um acordo recém-fechado com a Coreia do Sul, as vendas catarinenses de proteína suína devem crescer ainda mais em breve. No momento, segundo o Sindicarne, o país asiático analisa quais plantas frigoríficas serão autorizadas a exportar.  Há também tratativas com o México, ainda em fase incipiente, para abertura de mercado à proteína de SC.

Fora a carne suína, registraram incrementos importantes os embarques de soja (27%), especialmente por conta dos maiores volumes comprados pela China, e de motores elétricos (29%). 

Entre os destinos, os Estados Unidos se consolidaram como o principal comprador de SC, posição reforçada por conta das exportações da fábrica da BMW, iniciadas no segundo semestre do ano passado. Nos primeiros seis meses de 2016, a China era o principal destino dos navios que saíam do Estado. A Rússia também ganhou espaço, subindo da nona para a quarta colocação do ano passado para cá.

As compras de SC também cresceram em 2017, atingindo U$S 5,791 bilhões, aumento de 22% no paralelo com os primeiros seis meses de 2016. Com isso, a balança comercial fechou deficitária em U$S 1,616 bilhão, um pouco mais que o U$S 1,111 bilhão observado no primeiro semestre do ano passado. Desde 2010 o Estado registra maisimportações que exportações por conta de uma política de incentivo às compras do exterior. 

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