Demanda mundial aquecida e as questões climáticas adversas na América do Sul neste início de temporada deram sustentação aos preços do grão e do farelo de soja
Preços mais firmes para o farelo de soja

Apesar da colheita em andamento nos Estados Unidos, a demanda mundial aquecida e as questões climáticas adversas na América do Sul neste início de temporada deram sustentação aos preços do grão e do farelo de soja.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, na primeira quinzena de setembro, a tonelada do farelo ficou cotada, em média, em R$1.062,68, sem o frete, em São Paulo.
Houve alta de 0,3% em relação ao fechamento de agosto último, mas ainda assim o farelo está custando 21,3% menos na comparação com setembro do ano passado.
Leia também no Agrimídia:
- •Produtividade sustentou o agro por 25 anos, mas crédito caro deixou o setor exposto após a pandemia, aponta Cepea
- •ABCS e ABEGS apresentam pautas sanitárias da suinocultura ao novo diretor do departamento de Saúde Animal
- •Paraná deve colher 22,75 milhões de toneladas de soja em 2026/27, estima Deral
- •Mercado de frango segue sem impacto dos novos focos de Newcastle em SC
Para o curto e médio prazos temos o avanço da colheita da soja nos Estados Unidos e o aumento do esmagamento como fatores de baixa sobre os preços do grão e do farelo no mercado internacional.
No entanto, a demanda mundial firme e as preocupações com o clima no Brasil, pontualmente, deverão seguir contrapondo o viés baixista.






















