Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Registro Genealógico

A incrível evolução da suinocultura em 60 anos

Um dos principais patrimônios estatísticos da suinocultura nacional demonstra evolução de indicadores zootécnicos e da participação das genéticas no mercado

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A incrível evolução da suinocultura em 60 anos

SuinoculturaO Registro Genealógico dos Criadores de Suínos é um dos mais importantes patrimônios estatísticos da suinocultura brasileira e completa 60 anos de medição no final de 2017. Assumido pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) em 1958, a série histórica contempla a evolução dos principais indicadores zootécnicos ao longo de décadas, bem como a participação das principais empresas de genética no mercado nacional.

A suinocultura brasileira teve melhoras impressionantes em quase todos os índices, como tamanho da leitegada, conversão alimentar e ganho de peso por dia, independente da raça do animal. Tal salto qualitativo explica-se por vários fatores como nutrição, manejo, ambiência e sanidade, mas um deles se destaca. “O primeiro fator é a melhoria genética, que contribi com 90% dos avanços. O segundo item é a nutrição, para que o animal possa desempenhar o potencial”, sentencia o diretor-executivo da ABCS, Nilo de Sá.

De 1958 a 2016, cerca de 5,8 milhões de suínos de várias raças e categorias, todos potenciais reprodutores, foram registrados na ABCS. Nos últimos 20 anos, por exemplo, quatro empresas detiveram participação majoritária no mercado. Atualmente, Agroceres (48,9%), DB (7,7%), Choice Genetics (6,58%) e Topigs Norsvin (4,46%) somam 67,6%, enquanto independentes os outros 32,3%. A parcela de “independentes” abrange indivíduos registrados de multiplicadores e produtores de animais puros, cruzados ou sintéticos, além da Embrapa, que tem uma linha genética própria.

A reportagem de Suinocultura Industrial também entrevistou os representantes destas empresas genéticas. Veja o conteúdo na sequência desta matéria. Tais empresas foram protagonistas na jornada que levou a suinocultura brasileira a alcançar alguns dos melhores índices zootécnicos do planeta. “Sem dúvida, o Brasil tem alguns dos melhores indicadores. Além das genéticas, isso deve-se também à sanidade privilegiada que temos. Não tivemos problemas com PRRS [Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos] e PEDv [Diarreia Epidêmica dos Suínos] e estamos livres de PSC [Peste Suína Clássica] desde 1998”, lembra Nilo.

O diretor-executivo da ABCS também frisa a qualidade da mão de obra brasileira em relação a EUA e Europa e seu efeito positivo quanto à mortalidade. “No exterior, eles aceitam índices de 12%, no Brasil, quando se atinge 7% ou 8%, já demitem o gerente da granja. Isso também é importantíssimo”, completa.

 

Leia o artigo na íntegra AQUI. 

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