O que se observa é o produtor limitando a disponibilidade do milho e o comprador retraído à espera de novas baixas
Soja continua mais cara e milho tem variações regionais

Com a demanda mundial pela soja crescendo países como o Brasil tendem a elevar a exportação do grão, o que está elevando os prêmios da soja e sustentando os preços no mercado brasileiro. Segundo dados Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, o grão teve uma valorização de 1,91% no último mês e fechou na sexta-feira, 13 a 88,19/sc de 60kg.
Com a valorização do grão, indústrias brasileiras relatam dificuldades nas aquisições, limitando o volume de esmagamento. Consequentemente, houve redução na oferta dos derivados, em um cenário de dificuldade na transação de produtos de um estado para o outro, visto que ainda não foi definida a tabela de frete mínimo.
Já o milho, passaram a registrar movimentos distintos dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea. No Paraná e no Centro-Oeste, por exemplo, a colheita segue firme, pressionando os valores do milho. Já na região Sudeste, as atividades de campo ainda estão lentas e, com isso, em São Paulo, importante praça consumidora, os preços têm subido em alguns dias.
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Em Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa avançou 1,33% entre 6 e 13 de julho, fechando a R$ 36,70/sc de 60 kg na sexta-feira, 13. No contexto geral, no entanto, o que se observa é o produtor limitando a disponibilidade do cereal e o comprador retraído, à espera de novas baixas com o avanço da colheita.
























