Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Economia

PIB do Brasil deve crescer 2,3% em 2025; agro lidera expansão e indústria desacelera

Estimativa da CNI projeta avanço de 2,3% para a economia, impulsionado pelo setor agropecuário

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PIB do Brasil deve crescer 2,3% em 2025; agro lidera expansão e indústria desacelera

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve registrar crescimento de 2,3% em 2025, segundo estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O avanço, embora positivo, representa uma desaceleração em relação aos anos anteriores, refletindo desafios internos e externos à economia.

O setor agropecuário aparece como principal motor da expansão econômica, com projeção de 7,9% de crescimento, impulsionado por safras recordes e aumento na produção animal, sustentado ainda pela demanda internacional. Em contrapartida, a indústria de transformação enfrenta dificuldades, com crescimento previsto de apenas 1,5%, impactada por juros elevados, aumento das importações e menor demanda externa.

A construção civil deve crescer 2,2%, beneficiada por projetos iniciados em 2024, enquanto o setor de serviços mantém expansão de 1,8%, sustentada pela criação de empregos e aumento da massa salarial real, contribuindo para a manutenção da taxa de desemprego em 6%, o menor nível histórico pelo segundo ano consecutivo.

No comércio exterior, as exportações brasileiras sofrem com tarifas aplicadas pelos Estados Unidos, projetando queda de US$ 5,4 bilhões nas vendas externas, totalizando US$ 341,9 bilhões. As importações devem alcançar US$ 285,2 bilhões, resultando em superávit comercial de US$ 56,6 bilhões, 14% menor que em 2024.

No âmbito fiscal, a inflação (IPCA) acumula alta de 5,2% até julho, com expectativa de fechamento do ano em 5%. A taxa Selic permanece em 15% ao ano, refletindo política monetária restritiva. As despesas primárias crescerão 3,3%, enquanto a receita líquida sobe 2,2%, resultando em déficit primário de R$ 22,9 bilhões (0,2% do PIB) e dívida bruta em 79% do PIB.

O cenário confirma o agronegócio como pilar do crescimento econômico, enquanto a indústria enfrenta limitações que dificultam sua expansão.

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