Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Economia

PIB do Brasil deve crescer 2,3% em 2025; agro lidera expansão e indústria desacelera

Estimativa da CNI projeta avanço de 2,3% para a economia, impulsionado pelo setor agropecuário

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PIB do Brasil deve crescer 2,3% em 2025; agro lidera expansão e indústria desacelera

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve registrar crescimento de 2,3% em 2025, segundo estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O avanço, embora positivo, representa uma desaceleração em relação aos anos anteriores, refletindo desafios internos e externos à economia.

O setor agropecuário aparece como principal motor da expansão econômica, com projeção de 7,9% de crescimento, impulsionado por safras recordes e aumento na produção animal, sustentado ainda pela demanda internacional. Em contrapartida, a indústria de transformação enfrenta dificuldades, com crescimento previsto de apenas 1,5%, impactada por juros elevados, aumento das importações e menor demanda externa.

A construção civil deve crescer 2,2%, beneficiada por projetos iniciados em 2024, enquanto o setor de serviços mantém expansão de 1,8%, sustentada pela criação de empregos e aumento da massa salarial real, contribuindo para a manutenção da taxa de desemprego em 6%, o menor nível histórico pelo segundo ano consecutivo.

No comércio exterior, as exportações brasileiras sofrem com tarifas aplicadas pelos Estados Unidos, projetando queda de US$ 5,4 bilhões nas vendas externas, totalizando US$ 341,9 bilhões. As importações devem alcançar US$ 285,2 bilhões, resultando em superávit comercial de US$ 56,6 bilhões, 14% menor que em 2024.

No âmbito fiscal, a inflação (IPCA) acumula alta de 5,2% até julho, com expectativa de fechamento do ano em 5%. A taxa Selic permanece em 15% ao ano, refletindo política monetária restritiva. As despesas primárias crescerão 3,3%, enquanto a receita líquida sobe 2,2%, resultando em déficit primário de R$ 22,9 bilhões (0,2% do PIB) e dívida bruta em 79% do PIB.

O cenário confirma o agronegócio como pilar do crescimento econômico, enquanto a indústria enfrenta limitações que dificultam sua expansão.

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