Para a Sociedade Rural do Paraná, a proibição do uso do glifosato no manejo da soja geneticamente modificada impede que os sojicultores aproveitem os benefícios da transgenia.
Preocupação é por falta de sementes e insumos no PR
Redação (29/05/07) – "Haverá disponibilidade de semente convencional no mercado se todos os sojicultores deixarem de plantar a transgênica? As indústrias de defensivos estão preparadas para suprir toda a demanda?", questiona o presidente da entidade Alexandre Kireeff. Segundo ele, a preocupação da Rural é com as questões operacionais do plantio.
Outro problema é o pagamento dos royalties à empresa dententora da patente da semente geneticamente modificada, uma vez que os agricultores não terão os benefícios completos da tecnologia. "Os produtores não estão preocupados com a burocracia ou a concorrência entre as indústrias. Queremos soluções para que não haja desabastecimento de sementes ou insumos, não queremos prejuízos ao plantio e à qualidade do plantio", salienta o presidente da Rural.
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