Preços das commodities estão em queda.
Argentina influi nas cotações de milho e soja nos EUA
Redação (21/07/2008)- Novas previsões de clima favorável nas regiões de produção de soja do Meio-Oeste americano e a queda, na Argentina, do imposto sobre exportação de grãos derrubaram mais uma vez os preços da commodity no mercado futuro, segundo analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires. Os contratos de soja com vencimento em setembro encerraram a sexta-feira em baixa de 49,50 centavos de dólar na bolsa de Chicago, a US$ 14,5850 por bushel. A soja fechou em baixa em quatro das cinco sessões da semana passada, influenciada por relatórios de clima favorável. Em Sorriso (MT), a saca de 60 quilos de soja foi negociada por R$ 40,50 na sexta-feira, de acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato). Na quinta-feira, a saca saiu por R$ 42.
Milho- A decisão da Argentina de barrar o imposto sobre a exportação de alguns grãos puxou nova baixa do preço do milho na sexta-feira, segundo analistas ouvidos pela Bloomberg. Na bolsa de Chicago, os contratos com vencimento em dezembro recuaram 21,50 centavos de dólar, para US$ 6,2850 por bushel. Na semana, o contrato acumulou perda de 11%, a mais forte em uma única semana desde julho de 1996. "As exportações americanas vão cair e as da Argentina, crescer", disse Tomm Pfitzenmaier, da Summit Commodity Brokerage em Des Moines, Iowa. No mercado doméstico, o preço da saca de 60 quilos de milho encerrou a sexta-feira em baixa de 0,98%, a R$ 27,77, de acordo com o índice Esalq/BM&F. No mês, o preço da saca tem queda acumulada de 4,25%.
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