A indústria de mortadelas Ceratti, que estuda exportar embutidos para França e para o Oriente Médio, também está se movimentando para certificar sua produção, desde o campo ate a mesa do consumidor.
Ceratti já busca certificado para chegar à França
Redação (11/07/07) – A empresa, com sede em Vinhedo (SP), está correndo atrás da certificação do Ministério da Agricultura para realizar seus primeiros embarques em 2008. Mario Ceratti, diretor-geral da empresa, que esteve na França há cerca de um mês, diz que a idéia é produzir um novo produto à base de frango, sob encomenda, para a rede de varejo francesa.
Segundo ele, a empresa está se adaptando para conseguir cumprir exigências européias de rastreabilidade. Os franceses querem que os animais que serão consumidos como embutidos tenham alimentação por ração de grãos não-transgênicos. Além da França, a idéia da Ceratti é chegar ao Oriente Médio.
De acordo com o executivo, a oportunidade seria para produtos Halal – embutidos, sem carne de porco, seguindo as regras específicas de abate (animal morto com só um golpe, na direção da cidade sagrada de Meca e abatido por um muçulmano).
Leia também no Agrimídia:
- •Poder de compra do avicultor em São Paulo reage em abril após queda no milho e farelo de soja
- •Suíno vivo acumula queda histórica de 32,8% em 2026 e atinge menor patamar da série iniciada em 2002
- •Vigilância sanitária comprova ausência de Influenza Aviária e Newcastle no Tocantins
- •Argentina é declarada livre de Influenza Aviária H5N1 após controle de foco
O plano inicial da Ceratti era realizar os primeiros embarques ainda em 2007, mas teve de adiá-los por conta das exigências da certificação.
A empresa hoje atua apenas no mercado interno, e tem em São Paulo a maior parte dos seus clientes. A expectativa é de faturar cerca de R$ 80 milhões neste ano, 14% mais que em 2006.





















