Segundo Marcos Jank, diretor global de assuntos corporativos da companhia, Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia têm solos férteis para desmatar.
Para diretor da BRF, é necessário “desmatamento adicional” no Cerrado

A agricultura brasileira vai “precisar de um desmatamento adicional” nas áreas de Cerrado da região do Mapitoba — confluência entre os Estados de Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia —, afirmou hoje o diretor global de assuntos corporativos da BRF, Marcos Jank.
“Acredito que vamos precisar de algum desmatamento adicional, principalmente nos Cerrados. O Mapitoba depende do agronegócio, e lá vai ter que haver desmatamento porque existem solos planos e férteis, com potencial produtivo”, afirmou Jank, em debate no “BrazilSummit”, evento organizado pela revista The Economist, na capital paulista.
De acordo com o executivo, o desmatamento adicional do Mapitoba poderia ser compensado com o reflorestamento de áreas pouco produtivas em outras regiões. “Temos que pensar em desmatamento líquido zero”, acrescentou ele.
Leia também no Agrimídia:
- •Preços da carne de frango recuam na segunda quinzena de abril, mesmo com exportações em alta
- •Poder de compra do avicultor paulista recua em abril com queda mais acentuada nos preços dos ovos
- •Crise logística no Estreito de Ormuz pressiona avicultura e ameaça abastecimento nos Emirados Árabes Unidos
- •Conflito no Oriente Médio deve pressionar custos e alterar fluxos globais da suinocultura, aponta Rabobank





















