Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Mapeamento

Suinocultura brasileira possuí 1,7 mi de matrizes tecnificadas

Mapeamento lançado pela ABCS, com o apoio do Sebrae reúne principais dados atualizados da cadeia suinícola no país

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Suinocultura brasileira possuí 1,7 mi de matrizes tecnificadas

Suinocultura brasileira registrou em 2015 um PIB de R$ 62,57 bilhões e gerou 126 mil empregos diretos A suinocultura brasileira registrou em 2015 um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 62,57 bilhões e gerou 126 mil empregos diretos e mais de 900 mil indiretos. Esses dados foram apresentados na segunda-feira (29/11), durante o lançamento do Mapeamento da Suinocultura Brasileira que apresenta em suas páginas dados atualizados de plantel, volume produzido, bem como os sistemas e modelos de produção de Norte a Sul do país.

Com o objetivo de fortalecer a cadeia e mostrar a representatividade do setor na economia nacional o material foi produzido pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), com apoio do Sebrae Nacional e em parceria com a Markestrat, empresa especializada em estudos de segmentos agroindustriais.

“Precisamos de números para dar subsídio a qualquer proposta que levamos para o Ministério da Agricultura ou da Fazenda, por exemplo. Com o Mapeamento temos a segurança de afirmar os números do setor como quantos empregos a suinocultura gera no país, quanto de imposto, o PIB da atividade e outros dados e informações importantes que nos ajudaram a comprovar a importância do setor para a economia nacional”, afirma o Diretor-executivo da ABCS, Nilo de Sá.

Baseado em entrevistas e dados de suinocultores especialistas em produção, associações de classe e frigoríficos, o Mapeamento constatou que em 2015 a suinocultura brasileira registrou um plantel reprodutivo de mais de 1,7 milhão de matrizes tecnificadas; o abate de 39,3 milhões de animais e uma movimentação de R$ 149,86 bilhões em toda a cadeia produtiva. De acordo com o sistema de produção, a suinocultura independente representa 38% da atividade, cooperativas 23% e integração 39%.

“O Mapeamento surge inicialmente da necessidade de consolidar os dados existentes na cadeia produtiva por meio de informações mais qualificadas, para compor o processo de inteligência estratégica e com isso potencializar a competitividade dos pequenos produtores de suínos”, ressalta gerente da Unidade de Atendimento Setorial Agronegócios do Sebrae, Augusto Togni. Assista a entrevista:

Para o país, a estimativa para este ano é que a produção cresça 14% em relação a 2011, chegando a 3,8 milhões de toneladas. Já as exportações deverão atingir um valor recorde em 2016, aproximadamente 700 mil toneladas. Em relação ao consumo, é possível afirmar que nos últimos 20 anos o brasileiro aumentou em 113% a ingestão de carne suína.

A produção do Mapeamento contou com um investimento de R$ 190 mil, desde o planejamento até a entrega final do trabalho. O projeto contou também com apoio de outras entidades ligadas ao setor, como a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), o Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) e o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan).

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