Os benefícios de como a genética pode influenciar na qualidade do rebanho de suínos foram apresentados na última semana.
Dália Alimentos apresenta resultados de parceria com Genetiporc
Os benefícios de como a genética pode influenciar na qualidade do rebanho de suínos foram apresentados na última semana, no dia, durante encontro que reuniu representantes da Divisão de Produção Agropecuária (DPA) da Dália Alimentos e da empresa canadense de genética Genetiporc.
A reunião, que ocorreu no Centro de Cultura Dália, teve explanação do gerente da DPA, Igor Weingartner, que falou da empresa, da produção e da logística. O supervisor do Programa de Suinocultura da Dália Alimentos, Rony Carlos Giongo, destacou alguns números referentes ao desempenho do programa. A ênfase foi para o material genético utilizado, cuja procedência é oriunda da Génétiporc.
Giongo ressaltou os benefícios dentro da cadeia produtiva, desde o desempenho físico até a gestação das fêmeas, com enfoque no melhoramento genético. Hoje, a Dália Alimentos possui 26 mil matrizes. São oito mil fêmeas, alojadas em granjas próprias, e 18 mil porcas em granjas associadas. “Fomos uma das últimas empresas a abandonar a genética própria, em virtude de não termos encontrado o parceiro ideal. Mas com o passar do tempo, conhecemos a seriedade do trabalho e qualidade dos produtos da Génétiporc e, então, formatamos uma relação comercial bastante próxima”, destaca.
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Giongo também falou da Central de Testes, construída no início dos anos de 1990, com vistas de melhorar o desempenho do programa dentro da Dália Alimentos. “Hoje podemos testar e ter a certeza da viabilidade de novas tecnologias, tanto na esfera de maquinário como nutricional. Por meio da granja teste, a empresa e os associados ganham, pois as decisões são tomadas em cima de fatos e não especulações”, ressalta.
Modelo 4º Sítio
Giongo destacou, ainda, os excelentes resultados do 4º Sítio, que consiste em um novo sistema de preparação de leitoas. Atualmente, algumas granjas já estão recebendo os primeiros animais preparados pelo 4º Sítio. “Já diagnosticamos um maior número de leitões comercializados por parto e um menor descarte de leitoas devido a problemas reprodutivos e/ou físicos”, disse, adiantando que, em breve, todo programa vai estar formatado no modelo 4º Sítio.
O abate diário no frigorífico da Dália Alimentos está em 2.250 animais. Somente de embutidos, a produção é de aproximadamente 650 toneladas por semana. Além da equipe do DPA e da Génétiporc, também participaram do encontro representantes de cooperativas do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Paraná e de São Paulo, interessadas em utilizar a mesma genética . À tarde, o grupo visitou as instalações da cooperativa, onde visualizou, externamente, os animais e as instalações da empresa.




















