O objetivo da empresa é retornar ao posto de líder na venda de defensivos agrícolas.
Bayer pretende manter seus investimentos no País
Redação (21/03/06)- Mesmo diante da crise do setor agrícola, a Bayer CropScience pretende manter seus investimentos no País lançando novos produtos e aumentando sua capacidade produtiva. A expectativa da empresa é retornar ao posto de líder na venda de defensivos agrícolas, posição perdida no último ano para a concorrente Syngenta. Em
No ano passado, a unidade brasileira Bayer CropScience registrou uma queda de 29% nas vendas, atingindo uma receita de R$ 1,7 bilhão, o que corresponde a 61% do faturamento total do grupo. Já no mercado global, o desempenho da empresa no setor agrícola apresentou um pequeno recuo de 1% no faturamento para 5,896 bilhões. O fraco resultado foi puxado pela redução nas vendas globais de inseticidas e fungicidas por conta da seca no sul do Brasil, no sul da Europa e na Austrália.
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A unidade brasileira respondeu por 22% das vendas totais do grupo no ano passado. Marc Reichardt, presidente da Bayer CropScience para a América Latina, afirma que é cedo para fazer previsões, pois é preciso esperar uma definição da intenção de plantio, mas espera manutenção do desempenho da e empresa no Brasil neste ano, sem descartar um possível crescimento de no máximo 5% no ano.
Segundo Reichardt, a empresa avalia que o mercado brasileiro tem um grande potencial. “A demanda mundial por soja permanece e o Brasil tem condições de suprir esta necessidade”, afirma. O volume dos investimentos da CropScience para o Brasil neste ano é da ordem de R$ 17 milhões, bem abaixo dos R$ 40 milhões investidos em 2005. Esse montante é destinado à ampliação da capacidade produtiva da unidade Belford Roxo para 40 mil toneladas por ano. Atualmente, a fábrica produz 25 mil toneladas de defensivos.























