A principal meta do novo secretário da Agricultura é manter-se próximo aos produtores rurais, por meio das entidades representativas. Vamos procurar manter o diálogo para sempre atender às necessidades do setor e para fazer com que Goiás continue se destacando pelo agronegócio, afirma Leonardo.
Novo secretário de agricutura de Goiás quer diálogo com setor
Redação (29/03/07) – Faz parte do planejamento para a gestão frente à secretaria dar prioridade às parcerias com universidades e instituições de pesquisa. “Queremos implementar a pesquisa no Estado, mas principalmente viabilizar isso para o produtor, pois não adianta ter estudos avançadíssimos se eles não são aplicados.”
Como forma de viabilizar a produção aos pequenos produtores, Veloso diz que vai fortalecer o associativismo e cooperativismo entre os agricultures. “Essa é a melhor forma de fazer com que eles tenham mais sucesso na atividade”, argumenta ele.
Ele acredita que, uma vez associados, os produtores têm mais chances de conseguir créditos, empréstimos e até de comercializar a produção. Nesse contexto, a Secretaria da Agricultura pretende disponibilizar recursos humanos para treinamento. “Daremos todo o aporte técnico e burocrático em todas as fases da criação da cooperativa”, informa o secretário.
Leia também no Agrimídia:
- •Influenza aviária: China suspende importações de aves do Chile e reforça controles sanitários
- •Plataforma digital impulsiona capacitação na suinocultura canadense e amplia eficiência produtiva
- •Porto de Paranaguá amplia exportações de frango em 15% no 1º trimestre de 2026
- •Exportações em alta e preços em queda pressionam a suinocultura brasileira em 2026
Segundo o secretário, o maior desafio à frente do órgão é fazer com que o Estado não perca o foco na agropecuária, levando em conta a situação do produtor. “Queremos continuar aumentando a produção, mas sem prejudicar o produtor”, diz.
Veloso promete se aliar às outras secretarias para resolver as principais questões do campo, principalmente o que se relaciona ao escoamento da produção. “Queremos estar em contato com as entidades representativas para ter um mapa da situação das estradas do Estado, para então, junto à Agetop, resolver o problema das vias de escoamento”, promete.





















