Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx

Reformulação das câmaras fortalece parceria entre governo e setor privado

Entre as principais alterações destacam-se a possibilidade de a presidência ser assumida por membros do governo, a definição do mandato e a limitação a 25 membros na composição das câmaras.

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Redação (31/07/2008)- A recente reformulação das Câmaras Setoriais e Temáticas do Conselho do Agronegócio reforçou a parceria entre o governo e o setor privado. As mudanças consolidaram o caráter propositivo das câmaras no sentido de construir políticas públicas alinhadas na própria base das cadeias produtivas.

Antes da reestruturação, o quadro era composto por 24 câmaras setoriais (ligadas a cadeias produtivas específicas) e seis temáticas (que englobam mais de uma cadeia). Ainda este ano, a Câmara Temática de Ciências Agrárias será incorporada pela Câmara Temática de Agricultura Sustentável e Irrigação e a de Agricultura Orgânica, que é setorial, passará a ser temática. Além disso, foram criadas as câmaras de Soja e Silvicultura.

Entre as principais alterações destacam-se a possibilidade de a presidência ser assumida por membros do governo, a definição do mandato, que será de dois anos, com recondução por igual período, e a limitação a 25 membros na composição das câmaras. Entidades ausentes em três reuniões consecutivas poderão ser excluídas. Estas medidas contribuirão para reforçar o desempenho das câmaras.

Para Aguinaldo José de Lima, assessor para as câmaras, os produtos agroflorestais estão entre os quatro maiores itens de exportação do agronegócio brasileiro, daí a necessidade de criar o fórum para discutir as demandas do setor de silvicultura. “No caso da soja, que é o complexo que mais exporta, a expectativa é de que a reunião de instalação ocorra em agosto”, explicou.

Conquistas – No período 2007/2008, as câmaras contribuíram para soluções como o registro de defensivos para culturas de baixo suporte fitossanitário (Minor Crops), a Certificação de Qualidade do Feijão, já em consulta pública, e as medidas de combate ao greening, doença que atinge a citricultura.

Para este ano, é meta da coordenação das câmaras construir agenda estratégica das cadeias produtivas e estabelecer interação com outros ministérios e demais órgãos governamentais.

Histórico – As Câmaras foram criadas pelo Conselho Nacional de Política Agrícola (CNPA), em 1991. Inicialmente eram 30 câmaras de produtos como dendê e caju e entre as específicas estavam as de Aviação Agrícola, Promoção da Qualidade e Produtividade e de Assentamentos Rurais.

Em 2003, com a regulamentação do Conselho do Agronegócio (Consagro), ocorreu a primeira reformulação das câmaras. A pioneira nesse processo foi a de carne bovina, seguida pelas de açúcar e álcool, aves e suínos e culturas de inverno.

De acordo com o coordenador-geral de Apoio às Câmaras Setoriais e Temáticas (CGAC), Paulo Márcio Mendonça Araújo, o diálogo entre o Mapa e o setor privado tem se consolidado cada vez mais. Ele explicou que nas reuniões das câmaras, a Secretaria de Defesa Agropecuária apresentou a revisão do Regulamento da Inspeção Industrial dos Produtos de Origem Animal (Riispoa),  a Secretaria de Política Agrícola debateu o Plano Agrícola e Pecuário 2008/2009 e colheu sugestões de todos os setores. “E é com as câmaras que a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo pretende trabalhar no sentido de compatibilizar as emendas parlamentares que são apresentadas ao Mapa. O objetivo é que contemplem as necessidades das cadeias produtivas”, ressaltou.

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