Fundo de Normas e Desenvolvimento do Comércio Internacional aprova projeto que regula a qualidade da alimentação animal na América Latina.
Segurança alimentar na AL

O Fundo de Normas e Desenvolvimento do Comércio (STDF), que oferece subsídios (de até 30.000 dólares) para ajudar países em desenvolvimento, aprovou o “Projeto para a Regulamentação e Segurança dos Alimentos para Animais na América Latina e Caribe” desenvolvido e gerenciado pela Asociación de las Industrias de Alimentación Animal de América Latina y Caribe (FEEDLATINA), em conjunto com as associações nacionais e agências governamentais dos países do continente, com o apoio da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e da International Feed Industry Federation (IFIF).
De acordo com Flavia Ferreira de Castro, diretora executiva da FEEDLATINA, os objetivos deste projeto é promover a educação, desenvolver uma rede de articulação científica e profissional, estabelecer canais de comunicação, incluindo o Fórum Latino-americano de Reguladores, equalizar as exigências técnicas e regulamentares, promover o comércio justo entre as regiões e blocos econômicos, fortalecer a região e sua representação com as organizações internacionais e desenvolver ferramentas para a integração entre os países, com informação e educação, através de um plano aprovado e com a participação ativa da FAO e de órgãos reguladores e de parcerias locais, entre outras ações.
“Já temos o apoio de nossos associados, FAO, IFIF e os governos de Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Costa Rica, Cuba, México, Paraguay e Uruguay e contatos adiantados com outros países”, afirma Flavia, que será a responsável pelo projeto junto ao STDF e à Organização Mundial de Comércio (OMC).
Leia também no Agrimídia:
- •Embargo europeu pressiona ajuste sanitário na pecuária brasileira
- •Exportações de frango somam 1,94 milhão de toneladas e batem recorde no primeiro quadrimestre de 2026
- •Suinocultura do Reino Unido inicia 2026 com margens negativas após alta de custos e recuo nos preços
- •Inflação de até 25% e queda da autossuficiência pressionam mercado de frango na Estônia























