Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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P&D

Pesquisa avança na identificação de genes da lignina de cana para a produção de etanol celulósico

O objetivo é encontrar alternativas para reduzir a qualidade da lignina para facilitar a separação da celulose.

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Pesquisa avança na identificação de genes da lignina de cana para a produção de etanol celulósico

Um dos maiores entraves na produção do etanol celulósico – com o uso do bagaço da cana-de-açúcar – é a lignina, material estrutural responsável pela rigidez, impermeabilidade e resistência dos tecidos vegetais, e fundamental para a sobrevivência da planta. A lignina é uma molécula que está fortemente ligada à celulose, o que impede que os açúcares existentes na parede celular sejam hidrolisados e liberados para a fermentação.

Como os atuais processos de pré-tratamento para separar a celulose (usada na produção do etanol de segunda geração) da lignina são ainda caros e trabalhosos, pesquisadores do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (unicamp) estudam, desde 2009, de que forma a cana-de-açúcar sintetiza a molécula. Coordenado pelo pesquisador Paulo Mazzafera, o projeto tenta identificar os genes envolvidos no metabolismo desse polímero para desenvolver uma variedade de cana capaz de sintetizar um tipo de lignina mais fácil de ser removido do bagaço.

A pesquisa já identificou quatro genes candidatos para transformar cana que estão diretamente ligados à qualidade da lignina produzida pelo vegetal. Um quinto gene também foi identificado que, se modificado, poderia alterar a quantidade da substância na planta.

Agora, o principal desafio da pesquisa é desenvolver uma cana trânsgênica que mantenha as características agronômicas de uma planta normal.

Existem atualmente variedades que possuem entre 4% e 10% de lignina. As variedades de cana com menor teor de lignina já são usadas para fazer celulose, mas ainda apresentam problemas para a produção do etanol de segunda geração, segundo os pesquisadores.

Além disso, plantas modificadas costumam ser mais baixas, perfilham mais e ficam com colmos mais finos, perfil de vegetal que a indústria não está apta a colher com as máquinas existentes hoje no mercado. Por isso, a ideia é criar uma cana transgênica alterando a qualidade da lignina, e não reduzindo o seu teor na planta.

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