Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Setor de carnes sofre efeitos da crise sanitária e climática

Crise prolongada afeta setor de exportações brasileiras de carnes de aves e suínas.

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Redação (16/10/06) – A crise prolongada que afeta o setor de carnes no Paraná é resultado de uma conjugação de fatores, incluindo os focos de febre aftosa em outubro de 2005, estiagem iniciada na mesma época e gripe aviária na Ásia e na Europa. Atinge um segmento agroindustrial construído ao longo dos anos, produtor de proteína animal, de produtos de maior valor agregado e com representatividade na produção e exportações brasileiras de carnes de aves e suínas.

A representatividade da produção paranaense de carnes está demonstrada no Valor Bruto da Produção da Pecuária de Corte, que representa 35% do total do faturamento agropecuário no Paraná em 2004.

Além desse indicador, o Paraná é o maior produtor de aves, terceiro produtor de suínos e conta com um rebanho bovino para corte da ordem de 7,0 milhões de cabeças.As vendas externas do complexo carnes (aves, bovinos, suínos e outras) no 1 semestre de 2006 assinalam uma queda de 15%, passando de US$ 537 milhões para US$ 455 milhões, resultado da ameaça da gripe aviária e do embargo da Rússia à carne suína brasileira, em função da febre aftosa no Estado. Em reais a perda foi de R$ 179 milhões (dólar médio de R$ 2,179/US$).
O grupo de carne suína teve queda de 69% (de US$ 60 milhões para US$ 18 milhões), resultado de preços internacionais menores, de US$ 2.223/t (1 semestre de 2005) para US$ 1.602/t (1 semestre de 2006) e principalmente, do embargo da Rússia à carne suína brasileira, resultando em menor volume comercializado (-57%).

As exportações de carne bovina “in natura” permaneceram zeradas no período janeiro-junho/2006, com registros apenas para comercialização de carne bovina industrializada (de duas mil toneladas e divisas de US$ 5,6 milhões).

As exportações de carne de aves foram as que menos sofreram com a crise, registrando queda no volume exportado de 354 mil toneladas para 330 mil toneladas. A receita caiu de US$ 384 milhões para US$ 379 milhões, em função dos preços mais baixos.

 

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