Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Evento climático

Possibilidade de La Niña em outubro

Fenômeno poderá levar chuvas às regiões Norte e Nordeste; no Sul, tendência é de precipitações menos regulares

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Possibilidade de La Niña em outubro

Meteorologistas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgão ligado ao Ministério da Agricultura, indicaram a possibilidade de ocorrência do La Niña em meados da primavera, ainda em outubro.

O fenômeno, que se caracteriza pelo resfriamento das águas superficiais do Oceano Pacífico, afeta diretamente o clima do Brasil. Segundo o Inmet, o La Niña poderá levar mais chuvas às regiões Norte e Nordeste do país, enquanto, no Sul, as precipitações devem ocorrer com menos regularidade.

O meteorologista Mozar Salvador afirma que, com o La Niña e também com temperaturas mais baixas das águas oceânicas próximas à costa do Sul do Brasil e do Uruguai, crescem o risco de estiagem nas regiões Sul e Sudeste. Sob esse quadro, as chuvas no Nordeste e na região Amazônica poderão aumentar significativamente.

Tudo vai depender, diz ele, da intensidade do La Niña e do dipolo do Atlântico, fenômeno que apresenta mudança na temperatura da superfície da água do mar no Oceano Atlântico Tropical. “O La Niña, caso ocorra, será fraco e de curta duração. Se a ação do dipolo do Atlântico for mais forte, isso pode atenuar ou melhorar a situação”, afirma Salvador, em nota.

Ele diz ainda que o La Niña poderá beneficiar a região do Matopiba, confluência de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. “Para essas localidades do Nordeste, caso o dipolo e o La Niña continuem a se comportar como estão, será favorável. O dipolo é mais importante entre janeiro e maio. As condições dele, principalmente nesse período, é que vão definir um bom padrão de chuva para o Nordeste”, explica.

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