No Brasil, dados como o PIB do segundo trimestre superando projeções e medidas de apoio ao setor imobiliário na China geram otimismo
Dólar: Feriado nos EUA e indigestão fiscal aqui

Em meio a um cenário marcado por feriados nos EUA e no Brasil, o real enfrenta incertezas cambiais. O dólar fechou a última semana a R$ 4,9405, após atingir brevemente R$ 5,00 devido ao estresse relacionado à Ptax. As preocupações giram em torno do aumento de gastos públicos no Brasil, tornando crucial a reforma tributária e o comportamento da taxa Selic. Além disso, os juros dos EUA, que podem permanecer estáveis na próxima reunião, deixam em aberto a possibilidade de futuras altas, dependendo da inflação. No entanto, indicadores econômicos, como o payroll nos EUA, acima das expectativas, e o crescimento salarial abaixo, sinalizam pressões inflacionárias menores e a perspectiva de uma pausa na alta dos juros.
No Brasil, dados como o PIB do segundo trimestre superando projeções e medidas de apoio ao setor imobiliário na China geram otimismo. Mas persistem incertezas, especialmente em relação à política monetária dos EUA, onde alguns membros do Fed questionam se as taxas de juros estão restritivas o suficiente para conter a inflação. O boletim Focus e o IPC da Fipe de agosto são aguardados, enquanto o feriado do Dia do Trabalho nos EUA reduz a liquidez do mercado cambial. Nesse contexto, o mercado observa atentamente os desenvolvimentos econômicos em busca de maior clareza e estabilidade.
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