Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Mercado

Demanda interna e exportações firmes impulsionam preços da carne suína em novembro

Após semanas de estabilidade, mercado suinícola reage com aumento da demanda interna e exportações em alta, que somam recorde histórico de 1,25 milhão de toneladas no acumulado do ano

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Demanda interna e exportações firmes impulsionam preços da carne suína em novembro

Depois de um período de estabilidade que se estendeu por cerca de seis semanas, o mercado de carne suína voltou a registrar reação nos preços do animal vivo e da carne no atacado. De acordo com pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o movimento de alta tem relação direta com o aumento da demanda doméstica característico do início de mês, quando o consumidor tende a recompor estoques e o poder de compra das famílias é reforçado.

O cenário mais aquecido no consumo interno coincidiu com um desempenho expressivo das exportações, que continuam sustentando o escoamento da produção nacional e contribuindo para o equilíbrio de oferta no mercado interno. Em outubro, o Brasil embarcou 142,7 mil toneladas de carne suína, segundo dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior). Embora o volume tenha sido 5% inferior ao recorde histórico de setembro (150 mil toneladas), ainda representa a segunda maior quantidade já registrada na série e supera em 10% o total exportado em outubro de 2024.

Entre os principais destinos, Japão e México se destacaram com aumento de demanda, consolidando-se como mercados estratégicos para o setor. O desempenho confirma a diversificação geográfica das vendas externas brasileiras, que têm reduzido a dependência de mercados tradicionais e garantido fluxo consistente de receita cambial ao longo de 2025.

No acumulado de janeiro a outubro, as exportações nacionais somam mais de 1,25 milhão de toneladas, o que representa um crescimento de 13% frente ao mesmo período do ano passado e um recorde histórico para o intervalo. Esse ritmo reforça o papel das vendas externas na sustentação da cadeia produtiva, especialmente diante dos custos de produção ainda elevados e da concorrência com outras proteínas no mercado interno.

Com a combinação de demanda interna fortalecida e fluxo externo aquecido, o setor suinícola brasileiro encerra o segundo semestre com perspectivas positivas. Segundo analistas do Cepea, o equilíbrio entre consumo doméstico e exportações tende a manter o mercado firme nas próximas semanas, com possibilidade de novas valorizações pontuais conforme a aproximação das festas de fim de ano.

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