Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Avaliação

Ministério da Fazenda defende fim de subsídios para energia eólica e solar

Avaliação é que essas fontes já estão competitivas.

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Ministério da Fazenda defende fim de subsídios para energia eólica e solar

Em documento que será encaminhado à equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro , o Ministério da Fazenda defende o fim dos incentivos para a construção de usinas de geração de energia solar , eólica e pequenas hidrelétricas . A medida é apontada como uma maneira de reduzir os subsídios que pesam nas tarifas de energia, um dos principais responsáveis pela alta das contas de luz.

Atualmente, as fontes de energia solar e eólica recebem um desconto mínimo de 50% nos encargos de transmissão e distribuição de energia, que compõem a tarifa final. O valor é superior a esse percentual para alguns casos por razão de uma resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O desconto acaba sendo coberto por todos os consumidores de energia do país por meio da conta de luz.

O trabalho, da Secretaria de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loterias (Sefel) do Ministério da Fazenda, defende a revisão desses incentivos. O argumento é que as fontes de energia limpa, como solar e eólica, já são competitivas. Por isso, não seria necessário manter os incentivos. A medida seria limitada a novos projetos.

O documento da Fazenda, intitulado “Energia – Diagnóstico e propostas para o setor”, recomenda cortar outros subsídios do setor elétrico que pesam nas contas de luz. Esses incentivos estão reunidos na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), embutida nas tarifas.

A Fazenda também defende rever os desconto aplicados nas contas de serviços públicos de água, saneamento e esgoto; consumidores rurais, irrigação e aquicultores. Eles representaram, em 2017, despesa da ordem de R$ 4,04 bilhões.

O trabalho também pede a criação de um teto para as despesas da CDE, de maneira a conter a escalada de benefícios associados à conta.

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