Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Especialistas defendem transição para mercado livre de energia

Hoje o mercado livre está restrito a grandes consumidores, mas um projeto de lei em discussão na Câmara prevê abertura gradual até 2028

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Especialistas defendem transição para mercado livre de energia

O presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica, Marcos Aurélio da Silva, disse aos deputados da Comissão de Minas e Energia que o custo do sistema regulado atual, baseado em contratos de concessão, é 25% maior que o do mercado livre em função de várias obrigatoriedades legais que buscam garantir a demanda dos consumidores.

Hoje o mercado livre está restrito a grandes consumidores de energia, mas um projeto de lei em discussão na Câmara (PL 1917/15) prevê uma abertura gradual até 2028. A comissão debateu a proposta nesta terça-feira (03/09).

Marco Aurélio da Silva defendeu uma transição que considere que o mercado regulado não vai desaparecer porque grande parte dos consumidores é de baixa renda e não deve migrar para esse mercado, em que será possível escolher de quem comprar a energia.

Especialistas que participaram da audiência pública defenderam a separação da tarifa de energia em duas partes: a relativa ao custo da energia e a relativa ao custo da transmissão dessa energia. Isso porque a tendência do mercado é de descentralização com mais consumidores comprando de várias empresas ou se tornando também geradores de energia.

Subsecretário de Energia e Estudos Quantitativos do Ministério da Economia, Leandro Moreira citou outras tendências do mercado de energia:

“A demanda de energia no Brasil vai continuar crescendo por algumas décadas. É o que mostram todos os planos de expansão do setor de energia. Outra coisa que a gente via enxergar na composição da matriz energética global é um desvio para a energia elétrica, veículos sendo substituídos por aqueles movidos a energia elétrica, porque quando a gente fala da expansão da matriz elétrica, vem a questão da descarbonização. No mundo inteiro, as fontes eólica e solar se tornaram bastante competitivas”, explicou.

O presidente da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia, Reginaldo Medeiros, cobrou dos deputados uma definição sobre a abertura do mercado de energia.

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