Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Especialistas defendem transição para mercado livre de energia

Hoje o mercado livre está restrito a grandes consumidores, mas um projeto de lei em discussão na Câmara prevê abertura gradual até 2028

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Especialistas defendem transição para mercado livre de energia

O presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica, Marcos Aurélio da Silva, disse aos deputados da Comissão de Minas e Energia que o custo do sistema regulado atual, baseado em contratos de concessão, é 25% maior que o do mercado livre em função de várias obrigatoriedades legais que buscam garantir a demanda dos consumidores.

Hoje o mercado livre está restrito a grandes consumidores de energia, mas um projeto de lei em discussão na Câmara (PL 1917/15) prevê uma abertura gradual até 2028. A comissão debateu a proposta nesta terça-feira (03/09).

Marco Aurélio da Silva defendeu uma transição que considere que o mercado regulado não vai desaparecer porque grande parte dos consumidores é de baixa renda e não deve migrar para esse mercado, em que será possível escolher de quem comprar a energia.

Especialistas que participaram da audiência pública defenderam a separação da tarifa de energia em duas partes: a relativa ao custo da energia e a relativa ao custo da transmissão dessa energia. Isso porque a tendência do mercado é de descentralização com mais consumidores comprando de várias empresas ou se tornando também geradores de energia.

Subsecretário de Energia e Estudos Quantitativos do Ministério da Economia, Leandro Moreira citou outras tendências do mercado de energia:

“A demanda de energia no Brasil vai continuar crescendo por algumas décadas. É o que mostram todos os planos de expansão do setor de energia. Outra coisa que a gente via enxergar na composição da matriz energética global é um desvio para a energia elétrica, veículos sendo substituídos por aqueles movidos a energia elétrica, porque quando a gente fala da expansão da matriz elétrica, vem a questão da descarbonização. No mundo inteiro, as fontes eólica e solar se tornaram bastante competitivas”, explicou.

O presidente da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia, Reginaldo Medeiros, cobrou dos deputados uma definição sobre a abertura do mercado de energia.

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