Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Pesquisa

Brasil ocupa 38ª posição em índice de segurança alimentar

Lista conta com 113 países; país tem desafios urgentes na área de infraestrutura logística

Brasil ocupa 38ª posição em índice de segurança alimentar

Em uma lista de 113 países, o Brasil se manteve na 38ª posição na edição 2017 do Índice Global de Segurança Alimentar. Desenvolvido pelo Economist Intelligence Unit, braço de pesquisa do The Economist Group, o levantamento mede, anualmente, a capacidade de as nações alimentarem sua população, com base em quatro indicadores: acessibilidade ao alimento (poder de compra do consumidor), disponibilidade (oferta de produtos), qualidade e segurança e resiliência climática.

Os resultados foram apresentados pelo representante do The Economist Group no Brasil, Marcio Zanetti, nesta última terça-feira (26/09), em evento na cidade de São Paulo (SP). Segundo ele, entre os pontos fortes no Brasil, destacam-se volume e diversidade da produção agropecuária, recursos naturais, programas governamentais de compra de alimentos, entre outros. Por outro lado, o País tem desafios urgentes nas áreas de infraestrutura logística, carência de recursos para pesquisa e crédito agrícola, ficando, neste último item atrás de Uruguai e Argentina.

De acordo com Zanetti, o Brasil não registrou uma avaliação satisfatória no tocante ao quesito resiliência climática, devido a não estar se preparando como deveria – devido à escassez de capital – para adaptar a produção agrícola as mudanças que serão provocadas pelo aquecimento global. O representante do The Economist Group alerta que culturas como café e soja no País poderão ser afetadas, com áreas produtivas sendo transferidas para outras regiões e até mesmo sendo extintas.

Outros países

A Irlanda ficou em primeiro lugar no índice, impulsionada pela recuperação econômica do país, e investimento público elevado em pesquisa. EUA e Reino Unido, pela ordem, vieram a seguir no ranking. De maneira geral, Zanetti pontuou que, globalmente, os sistemas alimentares estão enfrentando pressão do alto preço dos insumos, alterações de padrão de consumo, mudanças climáticas e choque de preços.

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