Dólar recua e puxa alta das commodities. Índice CRB, que representa produtos de energia, metais e agrícolas, subiu ontem (14/06) 1,59% e fechou a 259,98 pontos.
Dólar cai, commodities sobem
A queda do dólar frente a uma cesta de outras moedas permitiu ganhos nos mercados de commodities ontem (14/06). Durante boa parte do dia, eles refletiram a notícia de que a produção industrial na zona do euro cresceu de forma surpreendente em abril (9,5% ante o mesmo mês do ano passado). O índice CRB, que representa produtos de energia, metais e agrícolas, subiu 1,59% e fechou a 259,98 pontos. As principais agrícolas, entre elas café e trigo, tiveram forte valorização.
Embora os ganhos tenham sido limitados em alguns mercados, nas commodities prevaleceu o sinal de que a economia global pode não estar tão mal. Os investidores aumentaram sua exposição ao risco, vendendo dólar e aplicando mais em commodities e ações. Além disso, a fraqueza do dólar torna matérias-primas mais baratas em outras moedas.
No caso do café, investidores deixaram de apostar na queda dos preços na bolsa de Nova York, já que o momento é de oferta apertada. Os lotes para entrega em julho saltaram 4,14%, fechando a 150,95 centavos de dólar por libra-peso. Foi a quinta sessão de alta consecutiva.
Leia também no Agrimídia:
- •Síndromes respiratórias, sanidade e cenário global marcam a edição de fevereiro da Revista Suinocultura Industrial
- •Argentina confirma novo surto de Influenza Aviária em granja comercial e reforça alerta sanitário na avicultura
- •A avicultura brasileira e o mercado mundial de carnes no Anuário Avicultura Industrial
- •Reino Unido impõe restrições a importações do Chipre após surto de febre aftosa
Em Chicago, o trigo liderou a valorização. Previsões de que a safra do Canadá pode ser pequena animaram os Estados Unidos, pois os dois países competem na exportação. O contrato julho subiu 2,44% e fechou a US$ 4,5150 por bushel.





















