Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Pesquisa

Estudo: Bioestimulante de alga marinha aumenta o crescimento e qualidade de outros itens

Conheça o impacto do bioestimulante de alga marinha no crescimento das plantas. Resultados animadores para manjericão e menta

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Estudo: Bioestimulante de alga marinha aumenta o crescimento e qualidade de outros itens

Um novo estudo interinstitucional no Brasil revelou que um bioestimulante produzido a partir da macroalga marinha Kappaphycus alvarezii pode melhorar significativamente o crescimento e a composição bioquímica das plantas de manjericão (Ocimum basilicum) e menta (Mentha piperita).

A pesquisa, financiada pela Fapesp e conduzida pela Unesp em parceria com o Instituto de Pesca (IP-Apta), UFSC, UFPel e Epagri, avaliou diferentes concentrações do extrato aquoso da alga, aplicadas semanalmente em cultivos de campo.

No manjericão, o bioestimulante resultou em plantas mais altas, com maior peso e número de flores. Já a menta, que manteve a estabilidade no crescimento, registrou alterações importantes em sua composição bioquímica, como o aumento no teor de amido. O manjericão também demonstrou um maior acúmulo de aminoácidos.

A Dra. Aline Nunes, pesquisadora da Unesp e uma das responsáveis pelo estudo, destacou que o bioestimulante de K. alvarezii demonstrou eficácia tanto em sistemas hidropônicos quanto em condições de campo para as duas espécies analisadas, ressaltando seu potencial para a transformação das práticas agrícolas atuais.

Potencial da Macroalga para Sustentabilidade

A macroalga K. alvarezii, originária das Filipinas e introduzida no Brasil em parceria com a USP e o Instituto de Pesca, é conhecida por seu rápido crescimento e composição química diversificada, sendo rica em compostos naturais como aminoácidos, proteínas, minerais e hormônios vegetais. Esses componentes favorecem o crescimento das plantas e aumentam sua resistência a estresses ambientais.

A Dra. Valéria Gelli, pesquisadora do IP e responsável pelo Programa Algicultura SP, afirmou que os estudos têm demonstrado a eficiência agronômica do biofertilizante e seu potencial para reduzir o uso de fertilizantes químicos e os custos de produção, contribuindo para práticas de manejo mais sustentáveis.

O uso do bioestimulante derivado dessa macroalga representa, portanto, uma alternativa sustentável e de alto potencial para ampliar a produtividade e a qualidade de espécies de interesse econômico, especialmente da família Lamiaceae (plantas aromáticas).

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