Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Milho acumula alta de 9% em Chicago no mês

Cereal registra alta de 9% na Bolsa de Chicago. Desvalorização do Dólar sustenta os preços.

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A desvalorização do dólar, principal fator de sustentação dos preços das commodities na semana passada, deu o tom também na sexta-feira e levou o milho de volta ao maior patamar desde outubro em Chicago.

Os contratos com vencimento em julho fecharam a US$ 4,3025 por bushel na bolsa, em alta de 6,25 centavos de dólar, enquanto os papéis para setembro – que ocupam a segunda posição de entrega, normalmente a de maior liquidez – subiram 6,50 centavos, para US$ 4,4025.

Com a valorização de sexta, cálculos do Valor Data mostram que a segunda posição passou a apresentar valorização de 9,11% neste mês de maio. Com este salto, os ganhos acumulados em 2009 chegaram a 5,39%, e a queda nos últimos 12 meses caiu para 28,96%.

Em maio de 2008 as cotações do milho e das demais commodities agrícolas apresentavam forte ascensão, numa tendência que desembocaria em máximas históricas de diversos produtos (soja e trigo inclusive) em meados do ano.

Além de conferir maior competitividade às exportações americanas, a queda do dólar suscita preocupações inflacionárias, o que atrai investidores aos mercados agrícolas. Para uma corrente de analistas, tal corrida alimenta uma “bolha” que em algum momento será esvaziada. Mesmo assim, defende a corrente, os fundamentos de oferta e demanda garantirão patamares de preços ainda bem superiores às médias históricas.

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