Milho argentino já está sendo descartado. Ajuda deverá vir dos estoques da Conab.
Abastecimento de milho ainda é precário
Da Redação 04/06/2002 – Os produtores de aves e suínos da região Sul do País continuam perdendo o sono. A reunião realizada no último dia 2 pela cadeia produtiva de proteína animal, em São Paulo, terminou sem definições sobre a forma de garantir o abastecimento de milho.
Uma das questões abordadas durante a reunião e que foi vista com dificuldade pelos presentes, foi a importação de milho da Argentina. Para os presentes, seria muito difícil determinar a qualidade do milho importado daquele país, pois lá são cultivados trangênicos, o que poderia afetar a cadeia produtiva em relação às exportações brasileiras de aves e suínos para outros continentes.
As propostas dos estados presentes à reunião foram incorporadas como ações emergenciais de abastecimento a serem realizadas pelo Ministério da Agricultura, por meio dos estoques da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Leia também no Agrimídia:
- •Red Tractor abre consulta em novembro para atualizar normas da suinocultura britânica
- •Suíno mantém alta no mercado interno em outubro, enquanto exportações perdem fôlego em setembro
- •Exportações de frango e ovos batem recorde em cenário de insumos voláteis
- •Ações de fiscalização e fomento reforçam cerco sanitário na proteína animal
As ações emergenciais prevêem que a Conab destine cotas dos seus estoques para cada estado que necessitar de reforço no abastecimento de milho. O Rio Grande do Sul necessita de pelo menos 400 mil toneladas do produto.
























