Milho argentino já está sendo descartado. Ajuda deverá vir dos estoques da Conab.
Abastecimento de milho ainda é precário
Da Redação 04/06/2002 – Os produtores de aves e suínos da região Sul do País continuam perdendo o sono. A reunião realizada no último dia 2 pela cadeia produtiva de proteína animal, em São Paulo, terminou sem definições sobre a forma de garantir o abastecimento de milho.
Uma das questões abordadas durante a reunião e que foi vista com dificuldade pelos presentes, foi a importação de milho da Argentina. Para os presentes, seria muito difícil determinar a qualidade do milho importado daquele país, pois lá são cultivados trangênicos, o que poderia afetar a cadeia produtiva em relação às exportações brasileiras de aves e suínos para outros continentes.
As propostas dos estados presentes à reunião foram incorporadas como ações emergenciais de abastecimento a serem realizadas pelo Ministério da Agricultura, por meio dos estoques da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Leia também no Agrimídia:
- •Produtividade sustentou o agro por 25 anos, mas crédito caro deixou o setor exposto após a pandemia, aponta Cepea
- •ABCS e ABEGS apresentam pautas sanitárias da suinocultura ao novo diretor do departamento de Saúde Animal
- •Paraná deve colher 22,75 milhões de toneladas de soja em 2026/27, estima Deral
- •Mercado de frango segue sem impacto dos novos focos de Newcastle em SC
As ações emergenciais prevêem que a Conab destine cotas dos seus estoques para cada estado que necessitar de reforço no abastecimento de milho. O Rio Grande do Sul necessita de pelo menos 400 mil toneladas do produto.






















