Para concorrer em melhores condições no mercado externo, sojicultores americanos vão reduzir custos de produção atacando o que consideram o ponto fraco da produção do Brasil: a logística.
EUA planejam contra-ataque ao Brasil
Da Redação 21/10/2005 – Produtores de soja dos Estados Unidos planejam um contra-ataque a produção brasileira. E não se trata de briga nos tribunais internacionais. Eles reconhecem que o Brasil representa um perigo no mercado externo. Alguns produtores chegam a ter os números brasileiros na ponta da língua referentes a produtividade e custos das lavouras, que eles consideram inimigas. A saída proposta pelos sojicultores da região do Meio Oeste foi reduzir os próprios custos, atacando o ponto fraco da produção do Brasil: a logística.
Enquanto finalizam a colheita desta safra, os americanos pressionam o governo e iniciativa privada para investir no sistema hidroviário e também rodoviário. É uma aposta a médio e longo prazos, mas o Brasil precisa ficar atento. A falta de recursos em áreas estratégicas do agronegócio sempre resulta em castigo. A economia do governo federal brasileiro na vigilância sanitária colaborou para o último prejuízo ocasionado pela aftosa. Não se pode permitir que um cochilo acabe provando o mesmo em uma cadeia importante como a da soja.
Leia também no Agrimídia:
- •Anec eleva projeção de exportação de soja em julho para 13,7 milhões de toneladas
- •Transição da China de importadora para concorrente altera dinâmica do comércio global de frango
- •USDA divulga condições das lavouras de soja, milho, algodão e trigo nos EUA
- •Frente fria avança e mantém alerta para temporais na região sul do país























