As condições precárias das estradas preocupam os produtores de soja do sul do Maranhão. Na hora de vender a safra, o frete pesa no bolso do agricultor.
Frete prejudica soja
Redação (10/04/07) – Uma nuvem de poeira cobre os caminhões que saem das lavouras carregados de soja no sul do Maranhão.
A maioria das plantações fica em regiões de estradas sem asfalto e cheias de buracos. Carretas com 40 toneladas ainda cruzam pontes de madeira.
A situação é pior na MA-010. Pela estrada de terra vão ser são escoadas cerca de 300 mil toneladas de soja, 25% de toda a safra do sul do Maranhão e norte do Tocantins, estimada em 1,2 milhão de toneladas.
Leia também no Agrimídia:
- •Cobb reforça equipe técnica em São Paulo com nova gerente regional
- •Rebanho suíno no Brasil avança e pode chegar a 53 milhões de cabeças até 2030
- •Mercosul–União Europeia: desafios e oportunidades para o agro brasileiro na Avicultura Industrial de Abril
- •Síndromes Respiratórias em Suínos: enfoque em Saúde Única na Suinocultura Industrial de Fevereiro
As lavouras em Gerais de Balsas ficam a menos de cem quilômetros dos armazéns. Mesmo assim os gastos com frete já representam 10% dos custos de produção por causa da falta de estradas.
O agricultor Antonius Phlipsen plantou este ano 2.500 hectares de soja. A colheita está com dez dias de atraso por causa da demora no transporte. “Pára muita máquina na lavoura. Você tem uma quantidade de caminhão para puxar, tem safra e acaba não chegando, porque o caminhão até ir e voltar, as máquinas tão paradas na lavoura. Além de encarecer o frete, você diminui o volume de colheita”, conta.





















