Grão estava parado nos armazéns desde junho. Problemas no transporte atrasaram a entrega.
Depois de três meses, CE recebe milho subsidiado pelo governo
Foram três meses para percorrer 230 quilômetros na distância entre o Porto do Pecém e Ibicuitinga, no sertão central do Ceará.
A demora dificultou a vida dos criadores que precisavam do milho enviado pelo Governo Federal para sustentar os animais durante a seca.
A distribuição atrasou por problemas no transporte. O plano inicial era usar a ferrovia Transnordestina para levar o milho do porto até os municípios do interior, mas segundo o governo do estado, com as péssimas condições dos trens e da linha, a entrega foi lenta e teve de ser feita por caminhões.
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Em Ibicuitinga foram vendidas 200 toneladas. Cada criador levou como pode. Teve gente que encheu caminhonetes com as sacas que comprou.
Com os animais para alimentar, a chegada do milho foi um alívio. Até agora, os criadores se viraram com o sorgo que conseguiram plantar este ano, com ração e até mandacaru.
Mais uma carga de milho deve chegar aos municípios do sertão até a primeira quinzena de outubro.
O governo do Ceará liberou R$ 1 milhão para custear o transporte do porto até as áreas mais prejudicadas pela seca.























