Para esclarecer dúvidas frequentes sobre a avaliação de aditivos antimicotoxinas, Paulo Dilkin, da Lamic/UFSM falou à TV Gessulli sobre as vertentes laboratorial e resultados
Avaliação de micotoxinas in vitro, in vivo e registro de sequestrantes

Para esclarecer dúvidas frequentes sobre a avaliação de aditivos antimicotoxinas, Paulo Dilkin, da Lamic/UFSM falou à TV Gessulli sobre as vertentes laboratorial e resultados. O especialista enfatizou que dos produtos avaliados, cerca de 40% são aceitáveis para o mercado.
De acordo com o profissional, a primeira etapa trata-se de uma avaliação laboratorial, in vitro. “Então, se faz um controle de qualidade do produtor, depois tem que submeter a avaliação com animais, que é definitivo. Consequentemente, se faz o tratamento em diferentes espécies de animais para vemos se realmente o produto consegue diminuir o efeito tóxicos”, conta.
Dilkin revela que já avaliou cerca de 280 produtos para diferentes espécies de animais. “ Estamos com eficácia de certa de 40% aceitáveis para o mercado dentro de uma avaliação muito criteriosa”, conta. Assista na íntegra.
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