O ambiente mais firme oferecido pelo relatório divulgado pelo USDA sobre a produção norte-americana e o pacote de incentivo econômico chinês foram as principais causas desse reajuste nas cotações.
Reação dos grãos na Bolsa de Chicago
Redação (11/11/2008)- A soja e o milho apresentaram alta no pregão de ontem na Bolsa de Chicago (CBOT). O ambiente mais firme oferecido pelo relatório divulgado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos EUA) sobre a produção norte-americana e o pacote de incentivo econômico chinês foram as principais causas desse reajuste nas cotações.
A soja se mantém firme acima de US$9,00/bushel, apesar da volatilidade verificada neste período de crise. A cotação do grão já subiu quase 10% depois de atingir o valor mais baixo dos últimos 12 meses.
O milho não apresenta a mesma firmeza da soja, e ainda não se estabeleceu acima do patamar de US$4,00/bushel. A notícia do estoque final mais ajustado que em 2007 não conseguiu oferecer suporte para uma alta mais consistente nos preços, e a expectativa de retração na demanda por conta dos problemas financeiros iniciados nos EUA ainda dão o tom dos preços dessa commodity.
Leia também no Agrimídia:
- •Avicultura brasileira se despede de Dico Carneiro, fundador da Cialne
- •Embrapa aponta queda nos custos da suinocultura e da avicultura de corte em abril
- •Resíduos da suinocultura viram fertilizante e ajudam a sustentar a produtividade da soja
- •Diferença de quase 90% no preço do suíno vivo entre México (97,74¢/lb) e Brasil (51,72¢/lb) expõe desequilíbrio na suinocultura























