Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Matriz Energética

Relatório apresenta balanço das metas globais de energia limpa

Documento é um esforço conjunto de cinco agências internacionais

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Relatório apresenta balanço das metas globais de energia limpa

O mundo não está a caminho de cumprir as metas globais de energia para 2030, mas avanços reais podem ser verificados em algumas áreas, particularmente no que diz respeito a expansão do acesso à eletricidade em países menos desenvolvidos e eficiência energética industrial, de acordo com um novo relatório elaborado por cinco agências internacionais, divulgado nesta quarta-feira, 2 de maio.

Embora as tendências globais sejam decepcionantes, experiências nacionais recentes em todo o mundo oferecem sinais encorajadores. Há evidências crescentes de que, com as abordagens e políticas corretas, os países podem ter acesso a energia limpa e melhorar a vida de milhões de pessoas.

Segundo o relatório, há ainda 1 bilhão de pessoas, ou 13% da população mundial, sem acesso à eletricidade. Quase 87% das pessoas sem eletricidade vivem em áreas rurais. A África Subsaariana e a Ásia Central e do Sul continuam a ser as áreas do mundo com os maiores déficits de acesso.

O número de pessoas que obtêm acesso à energia está em aceleração desde 2010, mas precisa aumentar ainda mais para alcançar o acesso universal à eletricidade até 2030. Se as tendências atuais continuarem, estima-se que 674 milhões de pessoas ainda vivam sem eletricidade em 2030.

A partir de 2015, o mundo obteve 17,5% de seu consumo total de energia final a partir de fontes renováveis, dos quais 9,6% representam formas modernas de energia renovável, como energia geotérmica, hidrelétrica, solar e eólica. O restante é o uso tradicional de biomassa (como lenha e carvão vegetal). Com base nas políticas atuais, espera-se que a parcela renovável atinja apenas 21% até 2030, com as renováveis modernas crescendo para 15%, ficando aquém do aumento substancial exigido.

Ainda segundo o relatório, existem evidências crescentes do desacoplamento do crescimento econômico e uso de energia. O Produto Interno Bruto (PIB) global cresceu quase duas vezes mais rápido que o fornecimento de energia primária em 2010 a 2015.

A melhoria na intensidade energética industrial, de 2,7% ao ano desde 2010, foi particularmente encorajadora, já que este é o maior setor consumidor de energia em geral, destacou o relatório. O progresso no setor de transportes foi mais modesto, especialmente para o transporte de cargas, e é um desafio particular para os países de alta renda. Em países de baixa e média renda, a intensidade energética do setor residencial vem aumentando desde 2010.

“É claro que o setor de energia deve estar no centro de qualquer esforço para liderar o mundo em um caminho mais sustentável”, disse o Dr. Fatih Birol, diretor executivo da Agência Internacional de Energia (IEA). “Há uma necessidade urgente de ação em todas as tecnologias, especialmente em energias renováveis e eficiência energética, que são essenciais para atingir três objetivos críticos – acesso à energia, mitigação do clima e menor poluição do ar. A IEA está comprometida em liderar esta agenda e trabalhar com os países em todo o mundo para apoiar as transições de energia limpa“.

Os resultados são baseados em dados oficiais de nível nacional e medem o progresso global até 2015 para energia renovável e eficiência energética, e 2016 para acesso a eletricidade e culinária limpa. Relatório de Progresso da Energia é um esforço conjunto da Agência Internacional de Energia (IEA), da Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), da Divisão de Estatística das Nações Unidas (UNSD), do Banco Mundial e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

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